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Programação orientada a objetos: pilares, importância e benefícios da POO

Programação orientada a objetos: pilares, importância e benefícios da POO
#Tecnologia
24 de julho - min de leitura

Um desenvolvedor precisa entender sobre programação orientada a objetos e suas características. Este paradigma possui 4 pilares, entenda cada um e a importância da POO.


Se você der um Google procurando o que é programação orientada a objetos, vai achar uma resposta similar a esta: modelo de análise, projeto e programação de software baseado na composição e interação entre diversas unidades, chamadas de 'objetos'.

Porém, nos objetos da POO (Programação orientada a objetos), ou OOP (Project Oriented Programmin), conforme sigla em inglês, podem conter dados na forma de campos, também conhecidos como atributos e códigos, e na forma de procedimentos, conhecidos como métodos, além de outros aspectos importantes que caracterizam esta paradigma.

Assim, para esclarecer melhor o que é realmente esse tipo de paradigma, como ela pode ser incorporada nos seus projetos e quais os fatores que a tornam atraente ao seu currículo de desenvolvedor, acompanhe os próximos parágrafos.

Principais características da programação orientada por objetos

Cada uma da diversas linguagens de programação segue diferentes paradigmas. Um deles é justamente o da orientação a objetos, que possui um padrão em constante evolução, principalmente no que se refere à segurança da informação e ao reaproveitamento de código.

Esses dois pontos são bem relevantes ao desenvolvedor, pois atendem as exigências de cuidado com a proteção de dados, resguardando ainda mais o usuário, além da praticidade para se programar, já que o profissional pode reutilizar códigos e ter acesso a amplas bibliotecas. 

Programação orientada a objetos vs. estruturada

Mas, antes da gente se aprofundar no assunto, vamos entender as diferenças entre a programação orientada a objetos e a estruturada. Essa informação é relevante e serve como ponto de partida para o entendimento da aplicação.

Resumidamente, no paradigma da programação estruturada, temos procedimentos (ou funções) que são aplicados globalmente na aplicação. No caso da orientada a objetos, temos métodos que são aplicados aos dados de cada objeto. Embora de procedimentos iguais, a diferença se direciona aos seus escopos.

Agora, voltaremos a analisar e destrinchar nossa POO.

Os quatro pilares da programação orientada a objetos 

A programação orientada a objetos é bem requisitada no contexto das aplicações mais atuais, que o mercado demanda. 

Entre os motivos dessa preferência, estão a possibilidade de reutilização de código e a capacidade de representação do sistema ser muito mais próximo do que vivenciamos no mundo real. Para que você entenda melhor, vamos explicar quais são os requerimentos de uma linguagem a ser considerada nesse paradigma, ou seja, suas bases ou pilares.

Abaixo, os quatro pilares da programação orientada a objetos:

1 - Abstração

Antes de mais nada, imagine o que esse objeto irá realizar. Para isso, é preciso verificar três pontos na abstração: 

Identidade ao objeto que vai ser criado. Essa identidade deve ser única dentro do sistema, para que não haja conflito, ou seja, sem repetições.

Característica do objeto. Dentro da programação orientada a objetos, as características são nomeadas como propriedades. Por exemplo, as propriedades de um objeto “pessoa” poderiam ser “peso”, “tamanho” e “idade”.

Ações que o objeto irá executar, chamadas de métodos. Eles podem ser muito variados, dependendo do tipo de solução desenvolvida. 

2 - Encapsulamento

O encapsulamento é uma técnica que adiciona segurança à aplicação em uma programação orientada a objetos, pois esconde as propriedades, criando uma espécie de caixa preta.

Muitas das linguagens orientadas a objetos implementam o encapsulamento baseado em propriedades privadas, por métodos chamados getters e setters, responsáveis por retornar e setar o valor da propriedade, respectivamente. Assim, se evita o acesso direto à propriedade do objeto, adicionando outra camada de segurança à aplicação.

3 - Herança

Na programação orientada por dados, o reuso de código é uma de suas vantagens de destaque e ela se dá por herança. Essa característica otimiza a produção da aplicação em tempo e linhas de código.

Para fazer uma analogia próxima à realidade não virtual, em uma família, por exemplo, a criança herda diretamente do pai e indiretamente do avô e do bisavô. Em programação, a lógica é similar. Assim, os objetos filhos herdam as características e ações de seus ancestrais”.

4 - Polimorfismo

Na natureza, existem animais que são capazes de alterar sua forma conforme a necessidade. Na orientação a objetos a ideia é a mesma.

O poliformismo permite herdar um método de classe pai e atribuir uma nova implementação para o método pré-definido.

Benefícios da POO

A programação orientada a objetos propõe uma representação mais fácil de ser compreendida, pois a relação de cada elemento em termos de um objeto, ou classe, pode ser comparado ao mundo real.

Outro benefício da POO é a reutilização de código. Com a complexidade dos sistemas cada vez mais ampla, o tempo de desenvolvimento iria aumentar absurdamente, caso não fosse possível a reutilização.

Essa funcionalidade é possível, pois a POO traz representações muito claras de cada um dos elementos que, normalmente, não são interdependentes. E dessa independência entre as partes do software é que esse código poderá ser reutilizado em outros sistemas no futuro.

Por fim, outra grande vantagem fica por conta da leitura e manutenção de código. Como sua representação do sistema se aproxima da vivência cotidiana, o entendimento do sistema como um todo é simplificado. Isso dá liberdade à equipe de desenvolvimento, não ficando dependente de uma só pessoa, como em alguns casos de linguagem estruturada.

Com ela, há também a possibilidade da criação de bibliotecas, com representações de classes, o que torna mais clara a reutilização de códigos.

Afinal, como uma das responsabilidades do desenvolvedor é entender quais são as vantagens e desvantagens de cada um dos paradigmas de programação e, assim, escolher o que há de melhor para a aplicação do cliente, a escolha da linguagem pesa muito na experiência final do usuário.

No curso de Web Full Stack, da Digital House, você terá aulas práticas para dominar esta habilidade, olhando cada aplicação como uma solução única e completa.

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Leia mais no blog DH:

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Guia do desenvolvedor full stack: habilidades, salário e mercado de trabalho

As profissões ligadas ao setor de Tecnologia da Informação vão predominar no mercado de trabalho no futuro. E não é só porque o LinkedIn falou, mas as pesquisas mostram que o setor de TI domina o mercado de trabalho. Diante desse panorama, o que um desenvolvedor full stack precisa saber para aproveitar as oportunidades?O que é um desenvolvedor Full Stack?De fato essa é a menina dos olhos de muitas empresas que precisam de uma pessoa que não saiba apenas as habilidades de um front-end ou de um desenvolvedor back-end, mas domine ambos, assim como habilidades em comunicação e metodologias ágeis.E o que é o full stack, então? É um desenvolvedor completo, que trabalha fora da zona de conforto e disposto a aprender novas habilidades o tempo todo. E aí, preparado(a) para se tornar um(a)? O que um desenvolvedor Full Stack precisa saber? A primeira exigência a essa pessoa é o domínio de duas competências básicas para o desenvolvimento web front-end e back-end. Ou seja, é um profissional completo, que trabalha sites e aplicativos móveis na parte que o usuário vê e as que ele não vê.Habilidades do front-endAqui, ele trata conteúdos do site que os visitantes visualizam na tela, dominando linguagens como HTML e CSS (layout e a aparência de páginas da web), assim como o JavaScript (conteúdos mais dinâmicos como gráficos animados, formulários interativos e apresentações de slides de fotos).Habilidades do back-endEm back-end, lida com o aspecto por trás das cenas de sites e aplicativos, com entendimento das linguagens de script, como JavaScript e PHP, usadas para fornecer instruções a aplicativos e automatizar processos de bastidores. Há também a SQL, usada para a comunicação com bancos de dados.Logo, se sua pergunta é o que um desenvolvedor full stack precisa saber, a resposta é simples: tudo o que envolve um projeto de site ou app.Isso significa que essa pessoa pode contribuir em qualquer lugar com uma equipe de desenvolvimento de produto digital, conforme necessário.Em resumo, um desenvolvedor full stack está habilitado para tarefas como:➜ Trabalhar com infraestrutura de sistemas;➜ Entender, criar e manipular bancos de dados;➜ Entender de código da API ou back-end em um ou mais idiomas;➜ Entender de código front-end em um ou mais idiomas.➜  Gerenciamento de projetos, desde a criação de especificações técnicas e documentos de arquitetura ao cronograma, se essa pessoa dominar metodologias ágeis, como SCRUM ou Kanban.Dentro do escopo de trabalho de um desenvolvedor full stack júnior, ou seja, que está começando na carreira, geralmente as qualificações necessárias são: ➜ Autonomia;➜ Capacidade de autogestão e auto-organização do trabalho; ➜ Correção e manutenção dos programas;➜ Implementação e a manutenção de novos sistemas.Também exige-se conhecimentos em programação HTML, CSS, JavaScript e Python, API's RESTful Git (Gitlab).Vale a pena ser desenvolvedor Full Stack?Horários de trabalho flexíveis, jobs engajados, que exijam criatividade, empatia, comunicação objetiva e altos salários iniciais (opa!), eis a realidade sobre o que é ser um desenvolvedor full stack, na prática.Um desenvolvedor full stack salário costuma ganhar, em média, R$ 4.017,00 segundo a consultoria Revelo. E essas são algumas das razões pelas quais muitos desenvolvedores estão planejando uma transição de carreira.Qual o melhor curso Full Stack?Uma profissão que exige muitas competências e a vontade de melhorar suas habilidades como programdor. Entendeu o sair da zona de conforto, agora? Então, se você está mudando de carreira ou vai iniciar em programação, que tal começar pela mais completa?E vale a pena, já que o mercado carece de profissionais tão resilientes, flexíveis e preparados assim, pagando altos salários por isso.Conheça nosso curso Full Stack, saia com um site para chamar de seu, com sua assinatura em todos os aspectos, para ter um portfólio atraente e iniciar na carreira o mais rápido possível.Além disso, na Digital House o(a) aluno(a) trabalha em equipe, usando metodologias ágeis, o que vai contar muitos pontos nos projetos do mundo real :)Leia mais no blog DH:+ Minha primeira linguagem de programação: como escolher?+ Primeiros passos no Git: o que eu preciso saber?+ Pague só quando possuir renda: conheça o modelo ISA da DH