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Procura-se profissional digital capacitado. Alta remuneração como recompensa

Procura-se profissional digital capacitado. Alta remuneração como recompensa
#UX
#Marketing
#Carreira
21 de fevereiro - min de leitura

A Transformação Digital é uma realidade e o mercado sofre de déficit de especialistas para dar conta da era digital.


O mercado de trabalho demanda cada vez mais profissões digitais, e a questão que está em jogo não é mais a famosa competitividade. Ficou mais urgente: agora o assunto é sobrevivência. Inteligência Artificial, por exemplo, já é uma realidade e pretende crescer nos próximos anos, nas empresas e na vida de todo ser humano consumidor. 


Pesquisa da consultoria IDC prevê que Inteligência Artificial será uma das tecnologias que mais merecerá destaque em 2020. Os assistentes virtuais fazem parte destes números e evoluem nas aplicabilidades e informações, facilitando e deixando nosso cotidiano muito mais prático e seguro. 


A tendência é que ser orientado por dados de Inteligência Artificial por meio de comandos de voz será, nos próximos dois ou três anos, como ligar a TV e mudar de canal com um controle remoto hoje, ou seja, algo mais que natural.


Inovação - um processo evolutivo no mercado de trabalho


No mercado de trabalho, o maior desafio das empresas é colocar toda esta inovação na prática, transformando seus benefícios em lucratividade. Para isso, o capital humano continua sendo a chave-mestra do processo.


Encontrar pessoas qualificadas - e aqui, entende-se profissionais que coloquem a transformação digital aplicada no cotidiano do negócio - está bem difícil. Muitas são as vagas para habilidades digitais que o mercado tenta preencher, mas carece de mão de obra qualificada, como Data Science ao Marketing Digital.


O Marketing é uma área que não se mantém sem o digital hoje. Esse mercado concentra uma das habilidades centrais de qualquer negócio - o entendimento do novo comportamento do consumidor, já que ele pensa, se comunica, decide e consome no digital. A boa notícia para o profissional que lê este artigo e até aqui começa a pensar no bolso, é que investir nesse ramo é rentável em curto e médio prazos. Estima-se que o salário médio inicial para um analista de marketing digital é de R$ 3.000,00 e a demanda só tende a aumentar, segundo a plataforma Revelo.



Não há sucesso sem suor. Esta frase pode parecer clichê, mas cabe bem quando a busca é por bons salários nas profissões do futuro. O primeiro passo precisa ser interno, crer que é possível e agir. “Quando falamos do digital, estamos falando do mindset, da cultura agile para tomada de decisões e de empresas baseadas em dados. Isso sim é o verdadeiro digital”, orienta o Co-fundador da Digital House, Carlos Alberto Júlio


Contra dados não há argumentos - o digital é uma evolução natural, logo, precisa ser inserido no mercado de maneira estrutural pois impacta diretamente na economia e na ascensão dos negócios.



As áreas que demandam profissões digitais


O Linkedin divulgou um estudo feito durante o segundo trimestre de 2019 que levantou empresas de diferentes portes e dos mais diversos setores como serviços, comércio e indústria. O objetivo foi entender as demandas por profissionais digitais no mercado atual.


Uma das perguntas que não queria calar e que este estudo responde é sobre as áreas de uma empresa que mais demandam esse tipo de figura. A resposta é simples: praticamente todas.  

 

Edney Souza, diretor acadêmico da Digital House, explica melhor esta afirmação: “Você precisa de profissionais de TI no Marketing, na área de Finanças, no Jurídico. Quando você tem uma única área que entende de TI, isso se torna um grande gargalo que atrapalha o desenvolvimento da sua companhia”. Sendo assim, ingressar em uma carreira digital é garantia de perspectiva profissional e um leque de oportunidades. 

 

Sobre habilidades hard, a pesquisa lista 25 como as que merecem destaque. Acesse e saiba quais são elas.

 

Então, fica clara a necessidade urgente de que, tanto os profissionais se adequem, quanto as companhias passem a investir e direcionar recursos para o treinamento em ferramentas e metodologias digitais. 

 

Depois dessa enxurrada de argumentos para aderir à onda da Era Digital, fica mais fácil surfar nela, não é mesmo? Conheça os cursos da Digital House e transforme sua carreira em um grande oceano azul de oportunidades. 

Outras notícias

UX Writing: o que é e 5 dicas para ingressar na carreira img
#UX

UX Writing: o que é e 5 dicas para ingressar na carreira

Aplicar o conceito em um site ou aplicativo significa produzir conteúdo de valor que transmita mensagens claras e diretas aos usuários. O foco é a otimização da experiência, com base no entendimento da persona e o desenvolvimento de linguagem adequada e eficaz para ela. Hoje você saberá o que é, obterá dicas e sugestões de 3 livros para aprender mais sobre UX Writing. Confira!O que é UX Writing?O próprio já diz: "UX" vem de user experience e "writing", significa escrita em português. Logo, podemos concluir que o termo se refere aos conteúdos textuais direcionados à otimização de uma experiência do usuário.Na prática, trata-se da seleção de cada elemento que compõe um texto de maneira estratégica, para facilitar a jornada do leitor em uma interação, ou seja, quando uma pessoa entra em um site ou um aplicativo, ela entende o caminho que precisa tomar para conseguir o que quer, tendo uma experiência agradável.Esse processo abrange a definição de linguagem a partir do público-alvo, o tom de voz, o local onde cada palavra é inserida (arquitetura da informação), tudo para proporcionar a melhor experiência para o cliente, deixando-o encantado com os textos, mesmo que seja em uma situação negativa.Como um usuário se sente ao ler um texto? Esse é o questionamento mais importante para o profissional. Em uma situação de erro de interface, por exemplo, uma mensagem pode ter diferentes interpretações e sentimentos, dependendo da maneira que for transmitida.Nesse contexto, para um público descolado, o texto da mensagem de erro pode ter um toque de humor e transformar um momento ruim em um motivo para esboçar um sorriso, aproximando o usuário da marca e compreendendo o erro ocorrido de maneira empática, ou seja, o conteúdo oferece o poder de transformar algo negativo em experiências positivas.Por onde começar? 5 dicas para ser UX WriterPara os que ainda não adentraram o mundo do UX ou ainda não tem muito contato, é difícil entender ou imaginar como é ser esse profissional no dia a dia. Por onde começar? Confira 5 dicas para ser UX writer:Tenha amor pelas palavrasNão importa a sua formação ou origem, seja Direito, Jornalismo, Pedagogia, Sociologia, Antropologia etc., o que importa é seu amor por palavras. Nutrindo esse sentimento, você terá sucesso na jornada profissional de UX Writing.Saiba trabalhar em equipePara ser um UX writer é necessário saber trabalhar em grupo. Na rotina do dia a dia, é necessário entender um projeto, pesquisar e, para isso, você se relacionará com UX Designers, UX Researchers, desenvolvedores, entre outros membros da equipe que faz parte.Sempre procure feedbacksUX não é nada sem a condução de testes de usabilidade. Portanto, com os textos não seriam diferentes. Peça feedbacks para saber como as pessoas se sentem com seu texto.Faça cases por conta própriaUX Writing é uma área recente no mercado de trabalho. Portanto, ter diferentes cases é um grande diferencial em uma situação tão competitiva. Pegue um aplicativo, um site ou uma ONG, por exemplo, e faça propostas da aplicação do método.Estude muito!Como abordado no tópico anterior, por ser uma área recente é necessário pesquisar muito, ir atrás de conteúdo e conversar com profissionais da área para se desenvolver e colocar em prática, construindo cases. Cursos e bons livros são ótimas opções nesse contexto.3 livros para aprender mais sobre UX WritingSabendo o que é UX Writing e entendendo a importância do estudo na área, separamos 3 dicas de livros para que você aprenda mais sobre o tema. Confira:Redação Estratégica para UX: Aumente Engajamento, Conversão e Retenção com Cada Palavra (Torrey Podmajersky)Neste livro, você poderá aprender como escrever de forma estratégica em UX, usando ferramentas para produzir conteúdo com base nas necessidades dos usuários.O Design do Dia a Dia (Donald A. Norman)Normalmente, esta é a primeira recomendação de livro para quem está começando a estudar UX. Ele traz análises aprofundadas de produtos, desenvolvendo a forma de pensar do leitor, como um UX designer.Não me faça pensar (Steve Krug)Seu lançamento foi há mais de 15 anos, mas é muito útil para quem quer aprender os princípios básicos de usabilidade.Seja um especialista de UX Writing!Agora que você já sabe os principais pontos de um profissional de UX Writing, deve saber que realizar um curso na área de UX é uma ótima alternativa para adentrar na área, adquirindo uma base sólida de conhecimentos para utilizar no dia a dia.Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário (UX). Além de ensinar o processo como um todo, ele também aborda a área de UX Writing de forma detalhada, tornando possível a especialidade ao aluno.Além disso, todos os alunos podem participar do programa de apoio à recolocação (gratuito), além de feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day). Inscreva-se e impulsione sua carreira profissional agora mesmo!Leia mais no blog DH:+ Design responsivo: o que é e qual é sua importância no desenvolvimento de sites?+ 5 Livros de UX que complicarão sua vida para sempre+ Entenda quais são os tipos de UX ResearchE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Qual a diferença entre data lake e data warehouse? img
#Dados

Qual a diferença entre data lake e data warehouse?

Porém, como qualquer problema ou desafio, há diversas formas e estruturas que podem ser utilizadas para solução ou atingimento da estratégia de dados desejada. Neste artigo vamos explicar a diferença entre data lake e data warehouse, componentes, conceitos que são muito utilizadas pelas empresas como fundamentais para permitir a adoção de uma cultura direcionada a dados, o Data Warehouse e o Data Lake.Antes de entender a diferença entre data lake e data warehousePara conseguirmos entender corretamente a diferença entre data lake e data warehouse e por que as empresas adotam uma ou outra solução, ou até ambas, precisamos primeiro entender qual sua origem e de onde estas surgiram. Começaremos pelo Data Warehouse, ou DW, por ser o mais antigo dos dois.Trajetória Data WarehouseNo início da década de 1970 quando houve uma revolução de acessos e usos para bancos de dados relacionais, as áreas de tecnologia se depararam com um problema complexo na época: sistemas transacionais e modelados para tanto não estão mais sendo suficientes e performáticos para análises e relatórios complexas que as áreas precisam. Sendo assim, fazia-se necessário a criação de uma forma nova de armazenamento, modelagem, processamento e disponibilização de dados que fosse capaz de suprir as diferentes necessidades analíticas que os diferentes departamentos (marketing, compras, atendimento ao cliente etc) da empresa tinham.Segundo o glossário de termos técnicos da empresa de pesquisa Gartner, um Data Warehouse pode ser conceituado como: uma arquitetura de armazenamento designada para deter dados extraídos dos sistemas transacionais, operacionais e fontes externas. O Data Warehouse então combina esses dados de formas sumarizadas e adequadas para consumos, análises e relatórios a nível corporativo atendendo a necessidades pré-definidas dos negócios. Porém essa conceituação moderna é a consequência, principalmente, do trabalho de Bill Inmon, conhecido como o pai de Data Warehousing e segundo a revista Computerworld uma das dez pessoas de tecnologia mais significativas dos últimos 40 anos.Nas décadas de 70 e 80, Bill Inmon dedicou seu trabalho a estudar e criar o que seriam conhecidos como os primeiros modelos de Data Warehouse. Porém apenas em 1992 quando ele publicou o seu livro Building the Data Warehouse, que seu trabalho ganhou notoriedade mundial. Em sua abordagem, o design de criação da arquitetura de dados focada no Warehouse é de que haja um forte trabalho de preparação, modelagem e governança de dados para gerar o armazenamento do DW, e uma vez isso estruturado, visões especializadas para cada necessidade (data marts) serão gerados (essa abordagem é conhecida hoje como top-down).As aplicações e casos no modelo Inmon passaram a crescer, e como qualquer modelo, framework, no mundo de tecnologia, pessoas e empresas começaram a encontrar problemas e dificuldades no modelo teórico proposto pelo autor. Nessa mudança dos tempos entra o “segundo pai do Data Warehousing”, Ralph Kimball.Ralph Kimball ganhou sua notoriedade por sugerir uma abordagem mais prática em seu livro The Data Warehouse Toolkit publicado em 1996. Nessa publicação, ao contrário da abordagem top-down de Inmon, o autor introduz que o DW na verdade pode ser criado a partir da coleção de Data Marts e uma camada que distribui informação para eles (conhecido como Information Bus ou Information Hub) em uma abordagem “bottom-up”.De maneira geral, criar um DW é uma jornada complicada, custosa e que requer o alinhamento de diversas áreas. No tocante às abordagens, ambas são padrões para DWs e a preferência por uma ou outra dependerá de questões como: orçamento, conhecimento interno, tempo de desenvolvimento e diversos outros fatores que a estratégia de dados da sua empresa poderá absorver ou não.A evolução para o Data LakeEsses modelos de arquitetura sustentaram empresas por anos e foram utilizados em todo o globo. Porém o mundo de dados e analytics evoluiu para ser algo mais dinâmico, flexível, volumoso, veloz, variável, o prelúdio do que conhecemos hoje como Big Data.Em uma situação de negócios que requer constantes mudanças e evoluções, as abordagens de Kimball e Inmon são complicadas e pouco flexíveis pois precisam promover os dados desde os sistemas transacionais até o DW através de extrações, transformações e cargas que uma vez concluídas, já previsão evoluir novamente. Essas necessidades aliadas a novas formas de análises (dados não estruturados, por exemplo), maiores capacidades de armazenamento de baixo custo e maior sinergia entre as áreas de tecnologia e negócios, forçaram a criação de um conceito de Data Lake, explicado pela Gartner como: um conceito que consiste na coleção de vários tipos de dados, em seu formato bruto, ou mais bruto possível, sendo cópias diretas de suas origens.Nessa conceituação um Data Lake atacava o coração de várias problemáticas dos DWs por garantir maior flexibilidade, velocidade de projetos, facilidades de acessos entre outros. Atualmente esse componente é adotado como um dos padrões das arquiteturas de dados justamente por viabilizar mais facilmente a adoção de culturas de dados, big data e analytics escaláveis a níveis corporativos.Diferença entre data lake e data warehouse – Qual escolher?A resposta para essa pergunta não é simples e todas as vezes será acompanhada de um “depende”. Apesar disto há algumas questões que dividem claramente o caminho a seguir:1) Já tenho um DW. Devo jogá-lo fora e criar um Data Lake?De maneira alguma. Os esforços empregados na criação do DW não devem ser descartados, mas sim evoluídos. DWs e Data Lakes convivem muito bem juntos, pois possuem funções complementares e agregam as áreas simultaneamente. Com o advento de tecnologias de Cloud Computing, as opções de arquiteturas têm se tornado muito flexíveis e podem abarcar diversas necessidades simultaneamente.2) Sou uma empresa nova. Crio um DW, um Data Lake ou ambos?Recomendo a criação de um Data Lake. O custo inicial de tecnologia e mão de obra será menor, além de que este pode crescer de tamanho e capacidade de processamento conforme a sua demanda cresce junto. O DW requer que a sua empresa tenha profissionais com alto conhecimento do ciclo de vida dos dados como um todo, e isso não é algo simples para quem está começando agora.3) Existe algum problema em comum dos DWs e Data Lakes?Sim, e muito sério. Governança e Qualidade de Dados serão os calcanhares de Aquiles de ambos. Em um mundo big data que o volume, velocidade e variedade dos dados só aumenta, aliado a necessidades legais como LGPD e como dados de baixa qualidade afetam os serviços e produtos que o cliente final consome, não ter uma estrutura robusta de ambos os temas aniquilará qualquer empreitada mais cedo ou mais tarde.4) Quero dar mais autonomia para as áreas de minha empresa criarem suas próprias análises ao invés de demandarem tudo para tecnologia construir. Qual devo escolher?Novamente recomendo o Data Lake. Por possuir o dado bruto e de diversas fontes no mesmo local, há um potencial de data discovery e análise alto para quem detêm o conhecimento do negócio. O papel das áreas de tecnologia aqui será prover as soluções, integrações e conexões que facilitem essa autonomia, auto-serviço.5) Preciso entregar visões já com dados trabalhados e que tenham alta performance de processamento e capacidade de compreensão pelos usuários de negócio. Qual escolher?Nessa conjuntura o DW é mais indicado. O Data Lake não possui uma modelagem definida e isso complica as formas de consumo, forçando nas áreas um maior conhecimento no dia-a-dia de dados (queries, análise, acessos, processamento distribuído etc). O DW força estruturas de dados com modelagens mais familiares e correlatas de forma a simplificar o entendimento do “leitor”, além de ser algo concentrado para uma necessidade específica (data mart).A constante metamorfose das arquiteturas de dadosComo falado antes, há diversas formas de resolver o mesmo desafio, problemática. A beleza e as oportunidades que são geradas pelo mundo de dados são praticamente infinitas pois a todo momento novos conceitos, fundamentos e tecnologias são criados que forçam a reformulação das estratégias de negócios e consequentemente as de tecnologia.Há 10 anos, pensar que um aparelho doméstico como uma geladeira, cafeteira ou microondas poderia possuir um dispositivo que envia dados em tempo real (internet das coisas) para o fornecedor conseguir prover um serviço melhor de manutenção, por exemplo, parecia algo insano. Estar atualizado sobre as tendências de tecnologia e como estas fazem a diferença para os negócios é a linha entre sucesso e o fracasso das empresas.Para manter-se atualizado, e em constante metamorfose junto ao mercado, que tal se inscrever no curso de Data Analytics da Digital House? Nele você aprenderá a utilizar toda a cadeia de valor dos dados, suas tecnologias, conceitos e componentes para realizar análises robustas e perenes que criem o diferencial competitivo seu como profissional e de sua empresa no mercado, e claro, aprender na prática a diferença entre data lake e data warehouse.As aulas são ministradas por grandes especialistas do mercado, dinâmicas e 100% ao vivo, capacitando o aluno da melhor maneira. Além disso, os alunos podem fazer o curso de Gestão de Carreira gratuitamente e participar de feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day).Garanta agora mesmo seu lugar em uma das áreas que estão em alta e prometem ao futuro! Confira também a nossa biblioteca de conteúdo e o Blog DH, com outros materiais recheados de conteúdos ricos sobre tecnologia e programação.Leia mais no blog DH:+ Banco de dados públicos: conheça 6 repositórios de dados disponíveis+ O que é data warehouse e quais são suas principais características+ O dia a dia de um analista de dados: responsabilidades, ferramentas e dúvidasE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;) 

Aula remota: como aproveitar esse modelo da melhor forma? img
#UX
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Aula remota: como aproveitar esse modelo da melhor forma?

Segundo estudo divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), na última década, o número de alunos matriculados no ensino superior em cursos à distância cresceu 378%, passando de 330 mil para mais de 1 milhão e meio.Muitos fatores estão relacionados a esse aumento, entre eles o amadurecimento das tecnologias e plataformas ead, que dão mais interatividade e participação dos alunos, e a melhoria dos serviços de hospedagem de vídeos, fazendo com que os conteúdos audiovisuais tornem-se uma ferramenta ainda mais potente para as aulas. A impossibilidade da abertura das escolas, derivada do isolamento por conta do novo Coronavírus, também trouxe a realidade das aulas remotas para o ensino médio, fundamental, técnico e cursos livres, muitos ainda não haviam utilizado essa modalidade. No texto de hoje vamos explicar mais detalhes sobre o funcionamento das aulas remotas, os principais benefícios e como você pode tirar o melhor proveito delas. Acompanhe! Afinal, o que são aulas remotas?Podemos conceituar a aula remota como a produção e distribuição do conteúdo escolar online, por meio de uma aula ministrada em tempo real pelo professor responsável pela disciplina. Todo o material deve ser adaptado para a internet, mas seguindo o plano de ensino original, criado para as aulas presenciais. Esse tipo de recurso é muito utilizado quando, por determinado motivo, as aulas não podem acontecer presencialmente. O objetivo maior é evitar atraso no progresso dos estudantes, através de ferramentas que auxiliam a aprendizagem.Como as aulas remotas funcionam?As instituições de ensino devem proporcionar aos professores e alunos uma plataforma para a realização das aulas, que devem acontecer nos mesmos dias e horários conforme planejado presencialmente. Essas plataformas devem possibilitar a interação entre todos os envolvidos, seja por meio de mensagens, áudio e vídeo ou até mesmo o compartilhamento de telas.As entregas de trabalho e provas também seguem o mesmo calendário e todas as atividades são realizadas virtualmente. Ao escolher uma plataforma para as aulas online, deve-se atentar para que ela possua funcionalidades que suportem as tarefas a serem realizadas.A principal mudança entre a aula presencial e a remota é o ambiente de sua realização, já que o mundo virtual impossibilita o contato físico, dessa forma, vale criar novas maneiras que facilitem a  interação social no ambiente online. Diferença entre aula remota e EADNeste momento você pode estar pensando que aula remota é a mesma coisa de Ensino à Distância (EAD), porém existem diferenças.Como já explicamos, a aula remota é uma alternativa que visa desenvolver práticas semelhantes à aula tradicional, muitas vezes como uma solução temporária, ou seja, não é considerada uma modalidade de ensino. Já o sistema EAD é totalmente elaborado para que o aluno não precise ir à instituição de ensino. Também podemos apontar outros fatores que evidenciam a diferença entre os dois modelos, como:- Normalmente, todos os materiais do EAD são gravados e padronizados por disciplina, muitas vezes, não há  diferenciação entre turmas de alunos;- O EAD conta com um tutor para esclarecer dúvidas, enquanto a aula remota conta com um professor que é responsável por toda a disciplina, desde o planejamento da aula até o esclarecimento das dúvidas;- Não necessariamente a aula remota fica disponível por um longo período de tempo para acesso do aluno, enquanto no EAD ele tem à disposição todos os materiais e aulas.4 vantagens da aula remotaEmbora em alguns casos seja utilizada somente em momentos específicos, a aula remota possui muitas vantagens. Entre os principais benefícios estão:1. Melhor aproveitamento do tempo dos alunos e professoresSem a necessidade de se deslocar para a instituição de ensino, professores e alunos ganham mais tempo e mais produtividade com as aulas remotas. Além disso, notou-se que os alunos estão chegando mais preparados para as aulas e com dúvidas mais objetivas, o que deixa a aula mais dinâmica.2. Flexibilidade e autonomia ao estudanteEstudar em casa permite maior autonomia e flexibilidade aos alunos, já que ele consegue assumir o protagonismo do processo de aprendizagem e consegue organizar sua rotina da melhor forma.3. Interação por meio de chats, compartilhamento de tela e outrosAs plataformas de ensino possuem inúmeros recursos que estimulam a troca de informações entre professores e alunos, sejam os chats, fóruns e até mesmo o compartilhamento de tela. Além de minimizar os impactos do distanciamento, possibilita o compartilhamento de informações e conhecimentos em tempo real, utilizando de ferramentas tecnológicas que nem sempre são usadas nas aulas presenciais.4. Materiais digitais atualizados mais rapidamenteComplementando o tópico anterior, com a aula remota é possível atualizar apostilas e materiais didáticos mais rapidamente, sem a necessidade do assunto ser incluído nos livros. Outro enorme benefício é a utilização de arquivos multimídia sem prejudicar a experiência do aluno. Como aproveitar melhor a aula remota?Criar ambiente adequadoA sala de aula é um ambiente que propicia e estimula a concentração para que ocorra a troca de conhecimento, por isso, estudar em casa pode ser um desafio para muitos alunos. O melhor a ser feito é criar um ambiente destinado para seus estudos. O lugar deve ser calmo, longe de distrações e que não seja afetado pela dinâmica da casa. Pode ser uma sala vazia, um escritório ou até mesmo no seu quarto, mas deve ser pensado para te ajudar a focar nos estudos.Explorar todos os recursos das plataformas de cursos onlineA maioria das plataformas de cursos oferecem inúmeros recursos além das apostilas e aulas. São fóruns, materiais complementares, acesso a outros cursos, vídeos e etc.Não se prenda ao conteúdo obrigatório e explore todas as oportunidades. É preciso ir além para se diferenciar da concorrência e a maioria das instituições dão oportunidades e ferramentas para isso. Dedique-se ao máximo!Planejar-seEstudo também é organização e planejamento. Crie uma rotina de leitura, consumo das aulas e realização das atividades ao longo da semana, para evitar sobrecarga em determinados dias.Faça isso levando em conta pausas e possíveis contratempos. Lembre-se que é necessário estar focado e dando o seu melhor.Como você já sabe, a democratização do ensino no Brasil passa pela adesão do ensino a distância e os números não mentem, atualmente já são mais de 1,5 milhão de alunos somente no ensino superior e a expectativa é que o crescimento nos próximos anos seja exponencial. Adequar-se e entender como a modalidade funciona se torna cada vez mais importante, principalmente quando vivemos uma onda de transformação digital em diversos âmbitos da sociedade. Texto escrito pela Sambatech, empresa referência em soluções de vídeos online e plataformas de educação a distância. Leia mais no blog DH:+ Profissional de growth hacking: entenda seu papel e suas principais habilidades para se destacar na carreira+ Métricas de marketing: como defini-las em um plano de estratégia?+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira