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Futuro do trabalho: quais características movem o novo profissional

 Futuro do trabalho: quais características movem o novo profissional
#Carreira
18 de agosto - min de leitura

A automação chegou para facilitar demandas repetitivas, mas o lado humano das pessoas nunca será substituído. Veja quais as principais características desse novo profissional no futuro do trabalho.


De acordo com pesquisa do Gartner, ligadas ao futuro do trabalho, até 2022, aproximadamente 60% dos trabalhadores híbridos, ou seja, que atuam em home office e nos escritórios, vão priorizar o trabalho a partir de espaços corporativos inteligentes.

Isso inclui não só tecnologias. Envolve saúde, bem-estar e segurança dos funcionários. Uma evidência de que o futuro será muito além do digital.

E é justamente nesse ponto que nossa professora e especialista em carreiras, Neivia Justa, convida você a refletir nesse artigo sobre o futuro do trabalho em plena Era da Transformação Digital. Ou seja, com esta locomotiva de inovação, andando a todo o vapor.

Acompanhe as próximas linhas e faça esta imersão, uma viagem inspiracional sobre a evolução da Industria 4.0 no Brasil e como o lado humano entra nessas mudanças.

Futuro do trabalho - habilidades digitais e humanas

As máquina só evoluem pois há seres humanos programando elas para que isso aconteça. Logo, não é errado pensar que nossa capacidade de co-criar evolui na mesma velocidade dos mais recentes e incríveis inventos sobre Inteligência Artificial.

Quem capacita todo este aprendizado das máquinas é o humano.

Porém, há uma inteligência exclusiva da nossa espécie. Neiva explica que quanto mais desenvolvermos e utilizarmos nossas habilidades humanas, relacionadas à capacidade de sentir, pensar, nos conectar e transformar a realidade, mais competitivos nos tornaremos neste novo mercado de trabalho.

“Eu acredito que o futuro é digital, mas, principalmente, que o futuro é humano".

A tecnologia vai, sem dúvida, automatizar todo trabalho repetitivo, que não requer nossas habilidades cognitivas e socioemocionais,aquelas que fazem de nós pessoas únicas, distintas e nos diferenciam dos robôs”, afirma.

O perfil do profissional do futuro

“Você tem um propósito? Ou ainda acha que veio ao mundo a passeio? O que inspira suas escolhas? Segue um código de ética e conduta?Que valores você não negocia? Faz uso da sua presença e dos seus sentidos para perceber e entender a realidade a sua volta?”.

Esta chuva de perguntas ajuda em uma auto-análise, na qual coragem, criatividade, inovação, flexibilidade, curiosidade e agilidade são necessárias. Por isso é importante desenvolver soft skills.

Neivia ainda avança, com perguntas mais provocativas ainda. Agora tire o foco do seu infinito particular e responda com sinceridade.

➜ Você gosta de gente e confia nas pessoas?

➜ Sabe observar e ouvir?

➜ Faz escuta ativa, comunicação não violenta e inclusiva?

➜ Promove a diversidade na sua vida?

➜ Tem empatia por aqueles que são diferentes de você, ou vive na sua bolha elitista e privilegiada, só convivendo com pessoas semelhantes e excludentes?

➜ Você percebe e combate o machismo, o racismo, a homofobia e todo tipo de preconceito que existe em você?

➜ Consegue transitar, ressignificar, revolucionar, mudar, desaprender o que não te serve mais e aprender coisas novas continuamente?

Pois bem, não tem problema se você ainda está arquitetando uma resposta interna para a lista. Esta é uma autorreflexão profunda, mas que remete às habilidades do profissional do futuro.

Qual o futuro do mercado de trabalho?

“Aos meus olhos, profissional do futuro é quem conseguir integrar as características maduras do poder feminino (empatia, gentileza, inclusão, criatividade, confiança, vulnerabilidade, harmonia) com o poder masculino (clareza, assertividade, foco, direção, ordem, disciplina, estrutura, força e convergência), que há em cada um de nós. Você é o que você faz da humanidade que há em você. Pense nisso.”, finaliza a especialista.

E, com este potencial utilizado, somado às habilidades digitais, o céu não será o limite para sua carreira. Para complementar esta soma, conte com a Digital House. Temos uma grade de cursos focados nas novas profissões que abrangem estas habilidades, ensinadas por profissionais altamente capacitados, como a nossa professora Neivia Justa.

(*)Por Neivia Justa - professora da Digital House, Top Voice do Linkedin Brasil 2018, vencedora do Troféu Mulher Imprensa e do Prêmio Aberje 2017. Executiva de comunicação e diversidade & inclusão, jornalista, palestrante, professora e criadora do Movimento  #ondeestãoasmulheres, ela trabalha para transformar o mundo num lugar melhor para as futuras gerações.

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 Metodologia Agile: quais são os seus valores e como ele funciona na prática? img
#Otros

Metodologia Agile: quais são os seus valores e como ele funciona na prática?

A metodologia Agile ou The Agile Manifesto, como também é conhecido, foi um documento publicado em 2001, como fruto de um consenso de 17 desenvolvedores de software que pensavam em diferentes abordagens e maneiras para processos de desenvolvimento de produtos.No que consiste esse manifesto? Como ele funciona na prática em uma gestão de projetos e como aplicá-lo? Te explicaremos tudo isso e mais. Continue acompanhando este artigo e entenda.Quais são os 4 valores do Manifesto Ágil?No Manifesto Ágil, constam 4 valores para a condução do processo de desenvolvimento de produtos, que vêm impactando inúmeras empresas de diversos setores e que todos os desenvolvedores reunidos na época decidiram seguir e disseminar. Confira abaixo:Indivíduos, e a interação entre eles, mais que processos e ferramentasClaro que os processos e ferramentas são importantes, mas, no processo de desenvolvimento de software, a comunicação entre os envolvidos deve existir e é fundamental, pois evita possíveis discordâncias e aproxima as pessoas pelo mesmo objetivo.Software em funcionamento, mais que documentação abrangenteMais do que um bom planejamento, o resultado é o que realmente importa. Os clientes pagam por isso e não pelo plano e suas estratégias.Colaboração do cliente, mais que negociação de contratosQualquer tomada de decisão deve estar de acordo com as expectativas do cliente.Responder a mudanças, mais que seguir um planoÉ importante ter um planejamento, mas sempre devemos estar prontos para qualquer tipo de mudança. Os feedbacks sempre surgem no processo e podem mudar todo um caminho.Qual a relação entre Scrum e Agile?Scrum e Agile são duas das palavras mais pronunciadas quando se fala de metodologia Agile. Muitas pessoas são introduzidas ao tema por meio do Scrum, e uma parte considerável delas pode se confundir, associando o Scrum ao Agile.Entretanto, eles não são a mesma coisa, apesar de terem uma relação. Eles possuem fins, tarefas e até valores diferentes e, por isso, é importante entender cada um deles.Como já explicado anteriormente, a metodologia Agile é um conjunto de valores, princípios e conceitos desenvolvido, em 2001, por 17 desenvolvedores de software e publicado como o The Agile Manifesto. A palavra também é um termo genérico para descrever uma metodologia de gerenciamento de projetos.Nesse contexto, o agile possui o scrum como framework. Ou seja, o scrum faz parte dos conceitos de Agile. Ele é um método ágil, testado e consolidado pelo mercado, para estruturar equipes de desenvolvimento. A sua principal função é auxiliar a gestão e os processos que precisam de entregas rápidas, descomplicando complexidades.Ele não é o único, pois o kanban é um outro exemplo de método. Nós já publicamos artigos onde explicamos detalhadamente, tanto sobre o Scrum quanto o Kanban. Recomendamos a leitura de ambos.O que é a metodologia Agile na gestão de projetos?No mercado, diversos projetos são desenvolvidos e lançados para as pessoas. No entanto, no dia a dia de uma empresa, muitos deles sequer são finalizados ou levados adiante. Isso acontece por conta de diversos problemas que ocorrem no decorrer do desenvolvimento. É nesse contexto que a metodologia Agile atua, solucionando problemas complexos por meio de priorização, divisão de tarefas e otimizando processos para conseguir entregar trabalhos de qualidade e no prazo estabelecido. Elas já são uma necessidade na estratégia de desenvolvimento.O método Scrum, por exemplo, atua na inclusão de equipes interdisciplinares, auto-organização e senso de colaboração em um desenvolvimento de produto. Ele garante a boa qualidade de entrega com essas práticas, que promovem a realização frequente de testes para cada uma das funcionalidades. Qualquer problema que possa ocorrer no processo é identificado previamente, de forma que o resultado é finalizado, conforme o prazo estabelecido e as especificações acordadas com o cliente.Como aplicar a metodologia Agile em uma empresa?Comece pequeno: não é de uma hora pra outra que as novas práticas devem ser estabelecidas. Comece em algumas equipes ou serviços, inicialmente, para ter feedbacks e conhecimentos e, assim, implantar nas partes restantes da empresa. Escolha um projeto certeiro: nesse processo de selecionar alguma equipe ou serviço, é necessário escolher o projeto a ser implantado, algum que tenha grandes chances de sucesso, e riscos baixos, para assim continuar com a transição na empresa.Peça apoio: mesmo começando pequeno, é bom comunicar para ter apoio dos demais níveis da organização, principalmente o executivo. Assim, a transição e a implantação das metodologias poderão ser mais eficazes.Faça testes: crie hipóteses ou problemas de processo para serem testadas com as novas metodologias. Isso estruturado, faça uma lista com possíveis medidas a serem feitas e testadas. Após alguns dias, colete os feedbacks, registre o que for positivo e compartilhe os insights e resultados gerados.Como saber se a empresa está se tornando ágil? Veja se tudo que o cliente precisa está sendo entregue com qualidade e no prazo certo. Coloque ele no centro de tudo. Se os testes e experimentos não trouxeram o resultado esperado, não há problema em abandonar ou repensar seu planejamento.Aprenda metodologias ágeis na práticaQuer ser um especialista e colocar as metodologias ágeis em prática? Na Digital House temos o curso de Agile, onde ensinamos as principais metodologias e frameworks para transformar o seu negócio.As aulas são dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por professores que estão no mercado. Garanta seu sucesso profissional em uma área que certamente estará em alta no futuro.Leia mais no blog DH:+ Departamento de carreiras: 95% de empregabilidade na Digital House+ De olho no novo consumidor Digital First+ Inovação: como reinventar a minha empresa?E aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo img
#Marketing

Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo

A criação e personalização do Google Analytics Dashboard ou painéis, como também é chamado, pode ser uma ótima alternativa para uma visualização melhor dos projetos em diferentes maneiras de compartilhamento de informações, de acordo com a necessidade.Para entendermos melhor, imagine uma situação com redes sociais, onde é necessário analisar as metas e os indicadores principais. É mais fácil ter todas essas informações à vista, para poupar tempo e detectar qualquer irregularidade imediatamente, do que ter que aplicar filtros ou olhar relatórios diferentes para isso, não é mesmo?Sendo assim, hoje vamos te contar como criar e personalizar um dashboard, de acordo com o que você precisa. Continue acompanhando.O que é um Google Analytics Dashboard?Antes de explicarmos o processo de criação, nada mais justo do que entendermos de fato o que é um Google Analytics Dashboard. Eles são utilizados mundialmente por muitas empresas, pessoas e organizações e consistem em um painel que exibe informações da conta cadastrada.Esses dados são essenciais para entender situações, monitorar e auxiliar na tomada de decisões e no alcance de novos objetivos. A construção e personalização do dashboard permitem um painel eficaz de monitoramento rápido e de relance no dia a dia, onde as informações essenciais estão disponíveis, facilitando o trabalho do profissional.Google Analytics Dashboard: primeiros passos para criar um painelVamos colocar a mão na massa? Ao realizar o login no Google Analytics, a página do relatório de visão geral do público-alvo se abre.No painel à esquerda, embaixo da barra de navegação laranja, tem uma guia de personalização. A partir daí, há duas opções: utilizar dashboards existentes ou criar um novo. Vale muito explorar a primeira opção, pois há muitos que são ótimos para determinadas necessidades e estão prontos para serem importados e utilizados.Mas, caso deseje seguir a segunda opção, também é muito válido! Clique na guia de personalização, conforme a imagem abaixo. Em seguida, em "Painéis", clique na opção Criar.Aqui você possui duas opções, podendo escolher entre criar a partir de uma tela em branco ou painel de controle de partida. Aqui vamos mostrar o processo a partir da primeira opção, conforme a imagem abaixo.Os painéis são compostos de widgets, componentes que permitem a visualização de um gráfico ou informação específica. O Google Analytics oferece seis tipos de personalização dos dashboards. Vamos te explicar brevemente sobre cada um abaixo:Widget de métricaEsse widget apresenta uma única métrica, sem gráficos. É ideal para a checagem de uma parte da informação no dia a dia. Widget de cronogramaEsse widget é ideal para identificar tendências, pois ele apresenta um gráfico que mostra o que aconteceu em um período determinado, podendo também ser utilizado em tempo real.Widget de GEOMAPEssa ferramenta é útil para a análise de empresas que possuem atuações pelo mundo. É possível analisar como um país está se relacionando com o canal cadastrado no GA.Widget de tabelaWidgets de tabelas são ideais para monitoramento de visitas e conversões de landing pages, conteúdos, produtos e desempenho de campanhas.Widget de pizzaGráficos em pizza podem ser utilizados para visualizar dados em porcentagem. É ideal para contextos de negócios.Widget de barraEsse widget oferece inúmeras opções de personalização. Ele é uma ótima opção para exibir métricas.São diversas opções de gráficos e meios de expor as informações em um painel para análise de dados, não é mesmo? Lembrando que, para conta cadastrada no Google Analytics, é permitida a criação de até 20 dashboards, e cada um deles pode conter até 12 widgets.Os painéis são ótimas ferramentas para acompanhar o seu site, permitindo a economia de tempo no dia a dia, a indução de ações pelo rápido monitoramento e a geração de mudanças nos negócios de uma organização. Sem dúvida, vale a pena investir tempo para criar e personalizar cada um deles com os dados certos de exibição.Que tal seguir na carreira de marketing digital?Se você se interessa em utilizar o Google Analytics, conhecendo todas as suas funções, com certeza entende que a ferramenta é essencial na área de Marketing Digital. Sendo assim, você deve conferir o curso de Marketing Digital da DH, que conta com aulas dinâmicas e ministradas por grandes especialistas do mercado.Durante as aulas, você aprenderá a criar boas estratégias de marketing, como funciona o Google Analytics para análise de dados, a criação de Google Analytics Dashboard, além de outras ferramentas.Leia mais no blog DH:+ Banco de dados: entenda o que é um banco de dados relacional e não relacional+ Análise de dados quantitativos: o que é e quando ela se aplica em uma pesquisa?+ Javascript front-end: guia de como a linguagem atua no desenvolvimento

Os 6 principais comandos git para um programador iniciante  img
#Tecnologia

Os 6 principais comandos git para um programador iniciante

O git é sem dúvidas o maior sistema de versionamento da atualidade. Utilizado amplamente pela comunidade dev, os comandos git são ferramentas indispensáveis no currículo de qualquer pessoa que pensa em trilhar alguma profissão na área de TI, por isso vamos te contar tudo o que você precisa saber para dar os primeiros passos nessa ferramenta incrível e tão importante.Comandos git x github: é a mesma coisa?Primeiramente vamos ajustar os conceitos: Git é o sistema de versionamento em si, é onde você cria “commits” e pode registrar o histórico de modificações do seu projeto, criar “branches” e, caso algo dê errado, dar “rollback” para uma versão anterior. O github é apenas uma das muitas centrais de repositórios remotos existentes. Outras centrais que você já pode ter ouvido falar são bitbucket ou gitlab, todas elas se encaixam na mesma categoria do github.  Como usar comandos git? Aprenda os básicos!Existe uma máxima hoje em qualquer ambiente que se trabalhe com TI que é: “Em caso de incêndio: 1 - git commit, 2 - git push, 3 - Saia do recinto”. Apesar do ar cômico, esses dois comandos (acompanhados de um terceiro) são os responsáveis por salvar muitos projetos (ou pelo arrependimento de quem esqueceu de usá-los) e eu vou te explicar o que cada um deles faz. Git addEste comando adiciona os arquivos solicitados ao ambiente de stage, é uma forma de dizer para o git que você deseja que as modificações daquele arquivo sejam gravadas na próxima remessa. Um exemplo de utilização é: git add . onde o ponto representa todos os arquivos na pasta.Git commitAgora fazemos a gravação em si das modificações, desta forma criamos um snapshot do estado atual do nosso projeto. Uma forma muito usada é o git commit -m “descrição das atualizações do projeto” onde o -m é uma flag que aponta para a mensagem de descrição.Git pushPor fim precisamos subir essas modificações no nosso repositório remoto, para isso basta utilizar o comando git push e, se já estiver tudo devidamente configurado, os arquivos serão salvos no repositório remoto correspondente ao seu repositório local!Bônus! Mais dicas para iniciantesVamos agora falar de outros comandos que podem ser úteis no dia a dia de quem está começando com o Git:Git statusEste comando permite ver quais arquivos estão sendo “rastreados” pelo git e quais modificações já foram enviadas para o stage. É bem útil para quando se tem dúvidas sobre o que está sendo enviadoGit branchÉ usado para verificar todas as branches presentes no repositório. Ao utilizar a flag -r no final do comando é possível ver todas as branches presentes no repositório remoto e se você quiser criar uma nova branch basta utilizar este comando: git branch <branch_name>.Git checkoutÉ o comando utilizado para trocar de branch passando o nome da branch destino no final do comando. Caso a flag -b seja colocada após o “checkout” é possível criar a branch em questão e já trocar para esta imediatamente.E aí, o que achou desta dose de git? Vale lembrar que esta é uma ferramenta muito versátil e tem muito mais funcionalidades do que poderíamos cobrir aqui, portanto não deixe de buscar mais informações para se especializar neste que é o sistema de versionamento mais utilizado do mundo!Aprenda os comandos git na práticaAprendendo o git, você aumenta sua produtividade, além de ter menor risco de perder um trabalho já feito, possuindo maior controle sobre o processo de desenvolvimento.A Digital House tem um curso de desenvolvimento Web Full Stack completo e atualizado. Aqui, você aprende na prática, com os melhores profissionais do mercado, em aulas 100% ao vivo e interativas, como programar do zero em até seis meses.Leia mais no blog DH:+ Minha primeira linguagem de programação: como escolher? + Primeiros passos no Git: o que eu preciso saber?+ Javascript front-end: guia de como a linguagem atua no desenvolvimento