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O futuro é colaborativo: como programar em equipe

O futuro é colaborativo: como programar em equipe
#Tecnologia
26 de junho - min de leitura

A programação colaborativa já está despertando o interesse dos desenvolvedores e promete ser um forte chamariz no futuro.


Colaboração, organização e ferramentas ágile: eis a programação de códigos feita em equipe.

Neste artigo, vamos te explicar as vantagens de programar em equipe, mesmo com cada programador em seu quadrado - desde que tudo seja projetado com engajamento de todos para o objetivo comum.

Unidos, muito embora não reunidos

Não precisamos trazer mais números para comprovar como o home office cresceu durante o isolamento vivido em 2020, por conta das medidas protetivas relacionadas à pandemia. Com isso, a tarefa de programar em equipe parece se tornar ainda mais desafiadora.

Programar coletivamente pode ser muito interessante, no sentido de aprimorar e desenvolver soft skills e compartilhar ideias para a prototipação e conhecimentos. Mas, para ninguém se perder no meio do caminho, algumas coisas precisam ser registradas.

O start é a organização de tarefas e entendimento do objetivo. Então, faça uma primeira reunião virtual com a equipe envolvida,  dividindo o projeto em módulos, estabelecendo uma interface entre cada um deles. Daí, fica mais prático definir as funções de cada profissional e os parâmetros que serão criados para cada etapa. 

As reuniões precisam ser frequentes, de preferência, semanais, com horários e datas fixas. No primeiro encontro virtual, que guiará os subsequentes, é interessante definir as seguintes ações:

➜ Criação de um doc com todos os padrões estabelecidos, verificando se eles englobam o que toda a equipe quer para a plataforma a ser desenvolvida.

➜ Escolher uma pessoa responsável por monitorar o código, o guardião para assegurar que estes padrões sejam seguidos e organizados.

➜ Estimular os integrantes a trazer ideias de melhoria ao que já foi definido, marcando novas conversas rápidas, até mesmo fora do encontro semanal.

➜ Definir as ferramentas e métodos agile para que todos usem durante o desenvolvimento da plataforma.

➜ Definir prazos claros, dividí-los em macros e micros, tanto os da equipe quanto os individuais. O melhor é sentir a dinâmica da sua equipe e adequar a forma das entregas.

Ferramentas para programar em equipe

Há muitas ferramentas que ajudam, e muito, equipes a programar juntas. As metodologias Scrum e Kanban são ótimos exemplos de otimização, pois induzem a ambientes mais colaborativos e flexíveis, durante o processo. 

E com sua equipe trabalhando remotamente, uma boa dica é manter sempre um chat ligado para compartilhar o que estão fazendo, tirar dúvidas, indicar bugs, compartilhar ideias de soluções. O Slack pode ser uma boa alternativa para este chat, dividindo as conversas entre os módulos.

OGitHub também vai bem, onde sua equipe usa a plataforma de hospedagem de código-fonte com controle de versão usando o Git, permitindo que usuários cadastrados contribuam em projetos privados e Open Source, onde quer que estejam.

E se sua equipe ou projeto for maior, o Trello é uma alternativa,  pois pode-se dividir as abas em: referências ou recursos (todos os arquivos necessários para acessar), sprint backlog (listas de tarefas que precisam ser completadas durante o sprint), blocked (impedimentos externos ao andamento do trabalho), módulos em progresso, bug report (todos os problemas encontrados no código a serem resolvidos) e o done (que já foi concluído).

No mais, vale a boa e velha comunicação. Resolvam as dúvidas com proatividade e espírito de time. Façam revisões constantes do código, sigam os padrões estabelecidos no começo, aproveitem a oportunidade de colaborar com ideias sobre as dúvidas e estudem cada etapa juntos.

Programadores unidos, códigos mais assertivos 

Escrever uma solução, um texto, um bolo, que seja, se só houver o olhar de quem o produziu, pode trazer um resultado menos próximo à realidade do que se o mesmo código for submetido a outras avaliações, outros olhares.

No caso de programar em conjunto, a contribuição de todos vai garantir um resultado mais consistente, pois tem diversidade de ideias envolvidas, histórias, seres humanos e bagagens pessoais únicas, além de conhecimento técnico e insights singulares. 

E na hora da revisão do código, essa condição de time conta, e muito. Justamente neste momento, é preciso ler e entender o que aquele algoritmo faz, ou seja, estudar, mesmo que indiretamente, maneiras e soluções de problemas diferentes das que normalmente faríamos. Quando a equipe é diversa, com consenso democrático, cada revisor do código vai ler e entender o algoritmo sob sua perspectiva para aprová-lo. Logo, o cliente terá uma solução muito mais robusta e assertiva

Na Digital House, você tem a oportunidade de aprimorar seus conhecimentos em programação, para que conduza e participe melhor em trabalhos de programação em equipe, inclusive remotamente. 

Em nossa grade de habilidades digitais, contamos com o curso de Desenvolvimento Web Full Stack, em que você aprenderá a trabalhar de maneira colaborativa, usando metodologias ágeis, com o domínio em desenvolver sites e sistemas web, usando linguagens de programação como HTML, PHP, Javascript, Laravel, React e muito mais.

A DH acredita que agora é um momento propício para você alavancar sua carreira com base em conhecimento técnico, prático e na atuação das suas soft skills, como a colaboração no trabalho em equipe, se diferenciando no mercado como um autêntico profissional do futuro.  

Outras notícias

Cultura de dados dentro das empresas: como criar um pensamento data-driven? img
#Dados

Cultura de dados dentro das empresas: como criar um pensamento data-driven?

Em um mercado cada vez mais competitivo, aprender como implantar cultura de dados pode somar pontos na conquista de novos clientes e na retenção dos já existentes, saindo na frente da concorrência.Isso quer dizer que criar uma cultura de dados nas empresas é um investimento rentável, pois estabelece estratégias mais concretas na hora da tomada de decisões.Entenda neste artigo os benefícios de uma cultura orientada a dados e como se preparar para os desafios no meio do caminho.Como implantar cultura de dados nos mais diferentes tipos de negócios Uma cultura orientada a dados é aquela que firma resoluções que trazem resultados mais precisos para os mais diversos segmentos de mercado, por meio da coleta de dados e análise.Porém, para que esta dinâmica seja um fato, as companhias precisam minerar dados de maneira organizada, em seus diversos departamentos, para que o processo não sofra limitação de acesso.A cultura de dados nas empresas, também chamada de cultura analytics, permite que esse mar de informações seja compilado em um só lugar, para que todas as áreas da instituição tenham acesso fácil e ágil àquelas informações.Esse patamar de gestão orientada por dados exige um mindset ágil, vontade de transformar e um passo de cada vez.Passo a passo para implementar uma cultura de dadosAntes de dar o primeiro passo, tenha em mente que todas as equipes envolvidas devem fazer uso de uma cadeia de fornecimento de dados unificados e em constante atualização.Além disso, todos precisam conhecer seu público e a definição do negócio. Essas são algumas informações importantes que devem ser definidas, disseminadas e assimiladas pela equipe de dados.Ok, sabemos que, na prática, o processo é bem mais complexo. Portanto, separamos três diretrizes que tornarão possível não só a implantação da cultura de dados na sua empresa, como ajudarão a alcançar os benefícios dela a médio prazo.Trabalhe com métricasEstabeleça as principais métricas, não muitas, que pretende atingir a curto prazo e comece por aí, modestamente.Por exemplo, acompanhe o número de acessos do site da sua marca pelo Google Analytics, ou os números de suas redes sociais, monitorando o crescimento desses canais digitais em um período pré-determinado.Tenha um planejamento definidoNovas ações, produtos ou campanhas precisam de planejamento, com etapas, métricas e metas que meçam sua evolução. Assim, todos se conectam aos dados daquela ação e agem por esse guia.Organize uma rotina para essa dinâmica Toda cultura de dados depende de uma rotina regular de acompanhamento para dar certo. Isso significa que as equipes precisam acompanhar os indicadores que possuem maior variação e que podem gerar mais impacto em seus trabalhos, estipulados e monitorados de perto, diária ou semanalmente. Use ferramentas para implantar uma cultura de dadosA base para criação de uma cultura de dados é promover a transformação, lembra? Então, antes de avaliar algo ou criar um painel, é necessário pensar sobre as hipóteses, o que quer provar, aprimorar ou entender com ele.Banco de dados, BI e CRM são algumas das ferramentas utilizadas para otimizar o trabalho dos colaboradores e facilitar o acesso à informação e a transformação, de fato.Cultura analytics - como ler tendências em gráficosAté aqui, você já entendeu que dados são poderosos para a sobrevivência de qualquer empresa na Era Digital, pois dão a possibilidade de antecipar o desejo (consumo) de seu cliente.E, implementada a cultura de dados, é preciso pensar na forma de torná-los de fácil entendimento às equipes. A Data Viz é uma forma de visualização de dados por meio de uma representação visual e pode ser realizada de várias formas. Abaixo, listamos os principais tipos de gráficos para uma exposição dos dados mais atrativa e entendível a diversos departamentos, dentro de uma empresa: ➜ Histograma: gráfico que mostra a distribuição dos dados de maneira mais intuitiva.➜ Box-plot: com dados por divisão em quartis ou em perfil de sua distribuição.➜ Barras: com dados mais comparativos por tamanhos➜ Linhas: por comparativo através de linha crescente ou decrescente.➜ Traços: reflete bem tendências, com pico e comparativo.➜ Bolhas: gráfico de dispersão, que inclui uma terceira variável.➜ Oscilador: muito usado para mostrar taxas de variações, principalmente econômicas.➜ Gifs com mix de gráficos: usados para explicar variações geográficas, permitindo que o entendimento seja mais simples e de maneira dinâmica.     Para montar um belo painel de data analytics e criar um storytelling com dados, a pessoa responsável precisará de ferramentas como o Tableau, o Logi Analytics, o Birst, o Pyramid Analytics entre outra disponíveis no mercado.O futuro da gestão - cultura orientada por dadosÉ fato - a quantidade de dados gerados diariamente é enorme e em tempo real, e as empresas precisam ter esse potencial aproveitado ao máximo.Aí entra o profissional que segue a carreira em dados, não só na parte técnica, mas que saiba como traduzir tendências e com a habilidade de tornar esses dados mais acessíveis e compreensíveis. Só assim serão ativos valiosos e base de grandes decisões.Na Digital House, temos cursos voltados para a sua evolução na área de dados.Se o objetivo é se tornar um analista de dados, confira nosso programa do curso Data Analytics. Ao longo das aulas você aprende como coletar, limpar e analisar dados através de diversas ferramentas, e mais, como criar relatórios desde o primeiro passo.No curso de Data Science você se torna o(a) Cientista de Dados que o mercado procura. Aprenda sobre Python, bibliotecas SciPy, Machine Learning e descubra também como conseguir uma oportunidade na área.Leia mais no blog DH:+ Dados abertos: como usar dados públicos para gerar estratégias de negócios+ DH Alunos: de administrador de empresas à Ciência de Dados+ Resumo LGPD: tudo o que uma empresa precisa saber sobre a nova leiE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;) 

Roadmap de produto: como fazer para construir um de forma eficiente img
#Marketing

Roadmap de produto: como fazer para construir um de forma eficiente

Para que você entenda o que é um roadmap de produto da maneira mais natural, pense em um guia visual, meio mapa do tesouro. A diferença é que o “baú”, do final da história, aqui é o melhor caminho que sua empresa vai tomar para lançar um novo produto ou projeto. Um roadmap estratégico é fundamental para alcançar objetivos e agregar valor ao negócio durante a jornada. Acompanhe o caminho que traçamos neste artigo, com a colaboração do nosso professor e especialista no assunto, Rafael Burity, e entenda para que serve esta valiosa ferramenta.O que é roadmap de produto?Na árdua - e incrível - jornada do lançamento de um produto ou em um projeto, o roadmap ajuda a organizar toda a trajetória necessária para atingir determinado objetivo.Essa ferramenta dá uma visão geral de cada ação e oferece as direções que devem ser tomadas. Prática, como o próprio nome já sugere, o roadmap utiliza recursos visuais, para que todos se situem em uma espécie de  mapa.Pra que serve o roadmap?Então, qual o objetivo principal de utilizar um roadmap de produto? Justamente manter você e sua equipe focados, com acesso às melhores direções para conquistar o target.Ele deve ser elaborado no momento em que um novo produto ou projeto é idealizado, e continuar a ser usado, mesmo após o lançamento do produto, com as seguintes informações bem claras: seu mercado, seu público, prazos, recursos, responsáveis e tarefas por ordem de prioridade.“Todo processo de construção de produto tem como ingredientes fases de discovery, definição de MVP(Minimum Viable Product) e junto a priorização de features através de um roadmap. Se formos olhar de forma bem crítica, tanto o MVP quanto o roadmap são parte integrante do discovery, porém já em fase final, sendo, sem dúvida, um momento de grande desafio”, explica Burity, que frisa a relevância da visão 360 graus do projeto.“Estamos falando em dividir um conceito, ou uma ideia, em uma lista priorizada de itens ainda pendentes e, assim, pensar nos próximos possíveis lançamentos. Só com uma visão geral do produto é que podemos nos guiar diante das interações com usuários”.Exemplo de roadmap de produto Saber para que serve o roadmap no conceito ajuda. Mas, nada como exemplos, não é mesmo? Durante a estreia de um novo produto ou projeto, o responsável precisa administrar muitas atribuições, como divisão de tarefas entre os envolvidos, prazos e atividades. E, seguindo nosso exemplo do mapa do tesouro, uma ilha deserta é imensa e uma sequência de ações para a busca pode dar mais segurança, para que tudo saia conforme o esperado - achar o tesouro.O roadmap estratégico sincroniza essas diferentes perspectivas, organizando informações para que você priorize e mensure os resultados, garantindo que as tarefas sejam realizadas de maneira a que todas as ações sejam cumpridas.Roadmap: como fazerA construção do roadmap deve se concentrar nos próximos incrementos que você deve entregar como equipe. Não importa se é um produto sendo construído do zero, ou se já em uso pelo cliente, você precisa encontrar as técnicas ideias para a sua realidade que o ajudem nessa tarefa. “Saiba que perguntar para os stakeholders se uma funcionalidade é importante não vai lhe dar as informações necessárias para uma priorização. O ideal, é que seja analisado o nível de prioridade de cada item”, explica o professor. Logo, use os problemas de usuário mais urgentes como suas diretrizes prioritárias, em vez de opiniões pessoais sobre ideias de recursos favoritos, assim como na sua estratégia de produto ou os objetivos e resultados-chave (OKRs) da empresa.Podemos concluir que o Discovery, backlog, estratégia de produto e roadmaps estão relacionados. E, para tirá-lo do papel a dica do Burity é que se compreenda um roadmap além de algo baseado em tempo, como no modelo em cascata que se assemelha a um cronograma, pois, quando falamos de uma cultura ágil, o interessante é que ele seja organizado em temas.Dessa maneira, você priorizará iniciativas mais amplas, em vez de conjuntos de recursos fixos, reconhecendo o aumento da incerteza, à medida que se olha para o futuro. “O roadmap não tem como objetivo ser preditivo, ou adivinhar o que vai dar certo. O uso de roadmaps precisa facilitar as conversas e ser o mais direcional possível com o time, tendo consciência que tudo pode mudar”, completa.Assim, podemos dividir um roadmap em três categorias:NOW - No que você está trabalhando atualmente;NEXT - O que você vai trabalhar em breve e que vai estar em discovery;LATER - O que você gostaria de trabalhar no futuro, mas precisa pesquisar um pouco mais antes de seguir em frente.Tipos de roadmapA definição de um formato depende das particularidades desse projeto. Não há um ideal. Mas, vamos citar alguns utilizados no mercado para que compreenda a dinâmica e propósitos.Roadmap de softwareO roadmap de software é muito comum, pois parte de uma análise mais profunda sobre o levantamento das necessidades do mercado.Com ele, após os aprendizados obtidos, é feita a descrição do produto e de sua arquitetura, seguida do desenvolvimento em si. Depois, há um período de testes para que, finalmente, o software seja lançado no mercado.Roadmap tecnológicoJá o roadmap tecnológico, funciona bem quando a empresa precisa atingir um objetivo em longo prazo. Ele permite aplicar a tecnologia de forma correta e estratégica, ajudando em questões técnicas e que exigem diagnóstico mais preciso.Roadmap de coachingNo roadmap de coaching, o foco é o desenvolvimento pessoal. Partindo do cenário atual, a ferramenta serve para traçar atividades que precisam ser realizadas para o desenvolvimento daquele profissional, como soft skills ou em uma transição de carreira.Roadmap de produto templateVocê já sabe o que é roadmap, para que funciona e já teve dicas do especialista para os primeiros passos. Agora, chegou a hora de tentar fazer um template do zero.Separamos alguns direcionamentos para te ajudar. Tenha claro seu objetivo estratégicoNa analogia inicial, todo mapa do tesouro precisa do X bem explícito, certo? No roadmap, também. A ele damos o nome de objetivo estratégico. Ele precisa ir direto ao ponto. Por exemplo: aplicativo pronto para rodar na data xyz.Investigue os problemas e a visão do produtoPesquise o que representa a solução para as pessoas que vão usar aquele produto. Na sequência, alinhe as necessidades dos clientes aos objetivos da empresa. Aí que está a tão falada “visão do produto”. Ela é a idealização do que o produto deve ser/fazer para ser lançado no mercado e prosperar. Neste ponto, pesquisas de mercado, testes AB, tendências de consumo e de comportamento são importantes.Tenha conhecimento sobre todos os prazos e recursos necessáriosDefina quem serão os responsáveis por cada uma das atividades, quanto tempo eles vão levar para isso e os investimentos ao longo do período.Com isso, você tem controle sobre a viabilidade do projeto e evita prejuízos.Revise seu roadmap com frequênciaCrie uma periodicidade para rever a trilha de seu roadmap e lembre-se de que ele não deve ser algo imutável. Pelo contrário, precisa ser aprimorado conforme o desenvolvimento do projeto, no caso de novas funcionalidades do produto não estarem alinhadas ao objetivo, por exemplo.Seja um Product ManagerO roadmap é uma ótima ferramenta para guiar projetos e fundamental no dia a dia de um Product Manager. Mas, só faz sentido se o negócio tiver os objetivos muito claros, orquestrados por um PM que tenha segurança para esta tarefa.Na Digital House você pode se tornar um Product Manager de sucesso. Nosso curso passa por todas as habilidades que este profissional precisa ter, incluindo metodologias ágeis e desenvolvimento de soft skills. Vamos nessa?Leia mais no blog DH:+ Gestão remota: como manter times engajados em tempos de home office?+ Futuro do trabalho: o que a tecnologia não substitui?+ Foco no cliente: entenda o que é um negócio customer centricE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;) 

Guia do desenvolvedor full stack: habilidades, salário e mercado de trabalho img
#Tecnologia

Guia do desenvolvedor full stack: habilidades, salário e mercado de trabalho

As profissões ligadas ao setor de Tecnologia da Informação vão predominar no mercado de trabalho no futuro. E não é só porque o LinkedIn falou, mas as pesquisas mostram que o setor de TI domina o mercado de trabalho. Diante desse panorama, o que um desenvolvedor full stack precisa saber para aproveitar as oportunidades?O que é um desenvolvedor Full Stack?De fato essa é a menina dos olhos de muitas empresas que precisam de uma pessoa que não saiba apenas as habilidades de um front-end ou de um desenvolvedor back-end, mas domine ambos, assim como habilidades em comunicação e metodologias ágeis.E o que é o full stack, então? É um desenvolvedor completo, que trabalha fora da zona de conforto e disposto a aprender novas habilidades o tempo todo. E aí, preparado(a) para se tornar um(a)? O que um desenvolvedor Full Stack precisa saber? A primeira exigência a essa pessoa é o domínio de duas competências básicas para o desenvolvimento web front-end e back-end. Ou seja, é um profissional completo, que trabalha sites e aplicativos móveis na parte que o usuário vê e as que ele não vê.Habilidades do front-endAqui, ele trata conteúdos do site que os visitantes visualizam na tela, dominando linguagens como HTML e CSS (layout e a aparência de páginas da web), assim como o JavaScript (conteúdos mais dinâmicos como gráficos animados, formulários interativos e apresentações de slides de fotos).Habilidades do back-endEm back-end, lida com o aspecto por trás das cenas de sites e aplicativos, com entendimento das linguagens de script, como JavaScript e PHP, usadas para fornecer instruções a aplicativos e automatizar processos de bastidores. Há também a SQL, usada para a comunicação com bancos de dados.Logo, se sua pergunta é o que um desenvolvedor full stack precisa saber, a resposta é simples: tudo o que envolve um projeto de site ou app.Isso significa que essa pessoa pode contribuir em qualquer lugar com uma equipe de desenvolvimento de produto digital, conforme necessário.Em resumo, um desenvolvedor full stack está habilitado para tarefas como:➜ Trabalhar com infraestrutura de sistemas;➜ Entender, criar e manipular bancos de dados;➜ Entender de código da API ou back-end em um ou mais idiomas;➜ Entender de código front-end em um ou mais idiomas.➜  Gerenciamento de projetos, desde a criação de especificações técnicas e documentos de arquitetura ao cronograma, se essa pessoa dominar metodologias ágeis, como SCRUM ou Kanban.Dentro do escopo de trabalho de um desenvolvedor full stack júnior, ou seja, que está começando na carreira, geralmente as qualificações necessárias são: ➜ Autonomia;➜ Capacidade de autogestão e auto-organização do trabalho; ➜ Correção e manutenção dos programas;➜ Implementação e a manutenção de novos sistemas.Também exige-se conhecimentos em programação HTML, CSS, JavaScript e Python, API's RESTful Git (Gitlab).Vale a pena ser desenvolvedor Full Stack?Horários de trabalho flexíveis, jobs engajados, que exijam criatividade, empatia, comunicação objetiva e altos salários iniciais (opa!), eis a realidade sobre o que é ser um desenvolvedor full stack, na prática.Um desenvolvedor full stack salário costuma ganhar, em média, R$ 4.017,00 segundo a consultoria Revelo. E essas são algumas das razões pelas quais muitos desenvolvedores estão planejando uma transição de carreira.Qual o melhor curso Full Stack?Uma profissão que exige muitas competências e a vontade de melhorar suas habilidades como programdor. Entendeu o sair da zona de conforto, agora? Então, se você está mudando de carreira ou vai iniciar em programação, que tal começar pela mais completa?E vale a pena, já que o mercado carece de profissionais tão resilientes, flexíveis e preparados assim, pagando altos salários por isso.Conheça nosso curso Full Stack, saia com um site para chamar de seu, com sua assinatura em todos os aspectos, para ter um portfólio atraente e iniciar na carreira o mais rápido possível.Além disso, na Digital House o(a) aluno(a) trabalha em equipe, usando metodologias ágeis, o que vai contar muitos pontos nos projetos do mundo real :)Leia mais no blog DH:+ Minha primeira linguagem de programação: como escolher?+ Primeiros passos no Git: o que eu preciso saber?+ Pague só quando possuir renda: conheça o modelo ISA da DH