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Como criar conteúdo relevante para as redes sociais

Como criar conteúdo relevante para as redes sociais
#Marketing
4 de setembro - min de leitura

Quer saber como criar criar conteúdo interessante? Aquele que faz sua marca se destacar nas redes sociais, aumenta engajamento e prende a atenção do público? Então você está no post certo!


Muito se fala sobre como criar conteúdo para as redes sociais, mas a verdade é que não há uma fórmula correta, e sim estratégias, para entender o público e aí sim oferecer o conteúdo que eles querem.

Mas como se destacar em meio a uma concorrência tão acirrada de conteúdos, fotos, vídeos, lives e webinars? 

Neste artigo, em parceria com a especialista no assunto e professora da Digital House, Carolina Pereira dos Santos, você terá dicas preciosas para ser um criador de conteúdo para redes sociais. Acompanhe!

Como criar conteúdo para as redes sociais, eis a questão!

Se você for analisar, todos somos produtores de conteúdos, tendo poucos ou muitos seguidores. Mas, quando há marcas e planejamento por trás, é necessário pensar em uma estratégia assertiva nessa criação, que realmente atraia a atenção de quem interessa.

Pensando nisso, Carolina lista abaixo 10 dicas para ter ideias de conteúdos para redes sociais, e também ferramentas que vão te ajudar a aparecer com notoriedade, ou seja, ser uma referência naquela rede e se destacar. Seja no Instagram, YouTube, Facebook ou no Tik Tok (a rede do momento).

Dicas de como criar conteúdo

Primeiro passo: com quem você quer falar?

Defina seu público-alvo e desenvolva a persona para a qual você quer criar conteúdos e ser relevante. Isso vai ajudá-lo a pensar em temas e assuntos pertinentes e que vão chamar a atenção dos usuários. Não se trata apenas de quantidade, precisamos pensar na qualidade do que produzimos e nas conversas que podemos gerar.

O que postar? Conversa, essa é a chave! 

Redes sociais foram criadas por pessoas para pessoas. Cada vez mais, métricas de vaidade perdem espaço para as conversas reais, engajamento e discussões. Portanto, crie conteúdos que façam os usuários interagir com você. Pergunte, troque informações, faça lives, responda perguntas. 

Frequência, frequência e frequência

Quem não é visto não é lembrado, não é mesmo? Nas redes sociais essa velha máxima continua fazendo sentido. Pense em criar um calendário, em temas para cada dia da semana e encontre a frequência ideal para você produzir, publicar e interagir com as respostas dos seus seguidores.

Não existe número mágico de postagens ou horário de ouro que sirva para todos. Você precisa entender sua audiência e encontrar o que é ideal para ela.

Território de marca, já ouviu falar? 

Quais são os assuntos que você domina? Quais assuntos estão relacionados com a sua marca pessoal, com a sua empresa ou fazem sentido para você? Entender quais conteúdos podemos abordar nas redes sociais ajuda a pensar em novas pautas!

banner sobre a biblioteca DH no post sobre como criar conteúdo

Quais conteúdos estão bombando na rede? 

Pensar em conteúdos novos faz parte e não é uma tarefa fácil. Porém, além de pensar nisso, é importante ficar atento ao que se fala na rede.

Para acompanhar tendências, você pode usar o Google Trends e o Google Alerts. A primeira ferramenta mostra a tendência de busca das palavras-chave e assuntos relacionados. A segunda, envia alertas, por e-mail, sobre temas que queremos acompanhar. Assim, você consegue saber o que está sendo falado e procurado na web em tempo real.

Siga perfis relevantes e aprenda com eles! 

Existem muitos perfis, principalmente no Instagram, que ensinam como criar conteúdo e melhorar a sua marca pessoal. “Eu particularmente sigo a @falecomshirley e @patthy para aprender sempre sobre as melhores práticas do mercado”, cita a especialista.

Vídeo, foto, áudio, lives, stories - qual você escolhe?

Variar o tipo de conteúdo é importante não apenas para os usuários mas também para o algoritmo das redes sociais. Vídeos tendem a ter maior engajamento, por exemplo, mas essa verdade pode se aplicar ao seu conteúdo ou não. É importante testar diferentes formas de se comunicar e encontrar a melhor para você e suas estratégias de marketing digital.

Linguagem para cada rede social

Estude sobre privacidade, algoritmos, o que podemos ou não postar. Precisamos lembrar que as redes sociais são um espaço emprestado e estamos a mercê das suas regras. Para evitarmos um bloqueio de perfil ou problemas piores - como banimento da rede - é importante estar atento às normas de cada uma delas.

Backup faz bem

Salve os seus conteúdos, suas ideias e planejamentos. Assim, caso tenha qualquer imprevisto, você pode retomar o projeto do ponto onde parou. 

Eleja uma rede social como a sua principal

Criar conteúdos para diversas redes sociais, ao mesmo tempo, pode ser exaustivo. Se você está começando, é importante pensar em qual rede social conversa melhor com o seu público-alvo e qual você se identifica mais. Nada melhor que produzir conteúdo de uma forma leve e que seja, além de tudo, divertido!

Como você já deve ter notado, escrever para as redes sociais é meio que uma caixinha de surpresas: impossível dizer quando um conteúdo vai viralizar ou não.

Mas o primeiro passo a se atentar nessa missão de como criar conteúdo é entender que qualidade importa.

E para ter essa segurança e expertise, é necessário contar com o apoio de quem tem prática no assunto e compartilha este conhecimento, como faz a Caroline nos cursos da grade de Marketing Digital da DH.

Aprenda sobre marketing de conteúdo e redes sociais

O marketing de conteúdo veio para ficar, assim como as redes sociais. Por isso os temas são constantes ao longo do curso de Marketing Digital da Digital House. Nas aulas você aprende sobre redes sociais, SEO, branding, personas, e claro, as estratégias por trás de cada assunto. Venha se atualizar sobre essa área que só cresce!

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#Otros

Metodologia Agile: quais são os seus valores e como ele funciona na prática?

A metodologia Agile ou The Agile Manifesto, como também é conhecido, foi um documento publicado em 2001, como fruto de um consenso de 17 desenvolvedores de software que pensavam em diferentes abordagens e maneiras para processos de desenvolvimento de produtos.No que consiste esse manifesto? Como ele funciona na prática em uma gestão de projetos e como aplicá-lo? Te explicaremos tudo isso e mais. Continue acompanhando este artigo e entenda.Quais são os 4 valores do Manifesto Ágil?No Manifesto Ágil, constam 4 valores para a condução do processo de desenvolvimento de produtos, que vêm impactando inúmeras empresas de diversos setores e que todos os desenvolvedores reunidos na época decidiram seguir e disseminar. Confira abaixo:Indivíduos, e a interação entre eles, mais que processos e ferramentasClaro que os processos e ferramentas são importantes, mas, no processo de desenvolvimento de software, a comunicação entre os envolvidos deve existir e é fundamental, pois evita possíveis discordâncias e aproxima as pessoas pelo mesmo objetivo.Software em funcionamento, mais que documentação abrangenteMais do que um bom planejamento, o resultado é o que realmente importa. Os clientes pagam por isso e não pelo plano e suas estratégias.Colaboração do cliente, mais que negociação de contratosQualquer tomada de decisão deve estar de acordo com as expectativas do cliente.Responder a mudanças, mais que seguir um planoÉ importante ter um planejamento, mas sempre devemos estar prontos para qualquer tipo de mudança. Os feedbacks sempre surgem no processo e podem mudar todo um caminho.Qual a relação entre Scrum e Agile?Scrum e Agile são duas das palavras mais pronunciadas quando se fala de metodologia Agile. Muitas pessoas são introduzidas ao tema por meio do Scrum, e uma parte considerável delas pode se confundir, associando o Scrum ao Agile.Entretanto, eles não são a mesma coisa, apesar de terem uma relação. Eles possuem fins, tarefas e até valores diferentes e, por isso, é importante entender cada um deles.Como já explicado anteriormente, a metodologia Agile é um conjunto de valores, princípios e conceitos desenvolvido, em 2001, por 17 desenvolvedores de software e publicado como o The Agile Manifesto. A palavra também é um termo genérico para descrever uma metodologia de gerenciamento de projetos.Nesse contexto, o agile possui o scrum como framework. Ou seja, o scrum faz parte dos conceitos de Agile. Ele é um método ágil, testado e consolidado pelo mercado, para estruturar equipes de desenvolvimento. A sua principal função é auxiliar a gestão e os processos que precisam de entregas rápidas, descomplicando complexidades.Ele não é o único, pois o kanban é um outro exemplo de método. Nós já publicamos artigos onde explicamos detalhadamente, tanto sobre o Scrum quanto o Kanban. Recomendamos a leitura de ambos.O que é a metodologia Agile na gestão de projetos?No mercado, diversos projetos são desenvolvidos e lançados para as pessoas. No entanto, no dia a dia de uma empresa, muitos deles sequer são finalizados ou levados adiante. Isso acontece por conta de diversos problemas que ocorrem no decorrer do desenvolvimento. É nesse contexto que a metodologia Agile atua, solucionando problemas complexos por meio de priorização, divisão de tarefas e otimizando processos para conseguir entregar trabalhos de qualidade e no prazo estabelecido. Elas já são uma necessidade na estratégia de desenvolvimento.O método Scrum, por exemplo, atua na inclusão de equipes interdisciplinares, auto-organização e senso de colaboração em um desenvolvimento de produto. Ele garante a boa qualidade de entrega com essas práticas, que promovem a realização frequente de testes para cada uma das funcionalidades. Qualquer problema que possa ocorrer no processo é identificado previamente, de forma que o resultado é finalizado, conforme o prazo estabelecido e as especificações acordadas com o cliente.Como aplicar a metodologia Agile em uma empresa?Comece pequeno: não é de uma hora pra outra que as novas práticas devem ser estabelecidas. Comece em algumas equipes ou serviços, inicialmente, para ter feedbacks e conhecimentos e, assim, implantar nas partes restantes da empresa. Escolha um projeto certeiro: nesse processo de selecionar alguma equipe ou serviço, é necessário escolher o projeto a ser implantado, algum que tenha grandes chances de sucesso, e riscos baixos, para assim continuar com a transição na empresa.Peça apoio: mesmo começando pequeno, é bom comunicar para ter apoio dos demais níveis da organização, principalmente o executivo. 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Garanta seu sucesso profissional em uma área que certamente estará em alta no futuro.Leia mais no blog DH:+ Departamento de carreiras: 95% de empregabilidade na Digital House+ De olho no novo consumidor Digital First+ Inovação: como reinventar a minha empresa?E aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

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Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo

A criação e personalização do Google Analytics Dashboard ou painéis, como também é chamado, pode ser uma ótima alternativa para uma visualização melhor dos projetos em diferentes maneiras de compartilhamento de informações, de acordo com a necessidade.Para entendermos melhor, imagine uma situação com redes sociais, onde é necessário analisar as metas e os indicadores principais. É mais fácil ter todas essas informações à vista, para poupar tempo e detectar qualquer irregularidade imediatamente, do que ter que aplicar filtros ou olhar relatórios diferentes para isso, não é mesmo?Sendo assim, hoje vamos te contar como criar e personalizar um dashboard, de acordo com o que você precisa. Continue acompanhando.O que é um Google Analytics Dashboard?Antes de explicarmos o processo de criação, nada mais justo do que entendermos de fato o que é um Google Analytics Dashboard. Eles são utilizados mundialmente por muitas empresas, pessoas e organizações e consistem em um painel que exibe informações da conta cadastrada.Esses dados são essenciais para entender situações, monitorar e auxiliar na tomada de decisões e no alcance de novos objetivos. A construção e personalização do dashboard permitem um painel eficaz de monitoramento rápido e de relance no dia a dia, onde as informações essenciais estão disponíveis, facilitando o trabalho do profissional.Google Analytics Dashboard: primeiros passos para criar um painelVamos colocar a mão na massa? Ao realizar o login no Google Analytics, a página do relatório de visão geral do público-alvo se abre.No painel à esquerda, embaixo da barra de navegação laranja, tem uma guia de personalização. A partir daí, há duas opções: utilizar dashboards existentes ou criar um novo. Vale muito explorar a primeira opção, pois há muitos que são ótimos para determinadas necessidades e estão prontos para serem importados e utilizados.Mas, caso deseje seguir a segunda opção, também é muito válido! Clique na guia de personalização, conforme a imagem abaixo. Em seguida, em "Painéis", clique na opção Criar.Aqui você possui duas opções, podendo escolher entre criar a partir de uma tela em branco ou painel de controle de partida. Aqui vamos mostrar o processo a partir da primeira opção, conforme a imagem abaixo.Os painéis são compostos de widgets, componentes que permitem a visualização de um gráfico ou informação específica. O Google Analytics oferece seis tipos de personalização dos dashboards. Vamos te explicar brevemente sobre cada um abaixo:Widget de métricaEsse widget apresenta uma única métrica, sem gráficos. É ideal para a checagem de uma parte da informação no dia a dia. Widget de cronogramaEsse widget é ideal para identificar tendências, pois ele apresenta um gráfico que mostra o que aconteceu em um período determinado, podendo também ser utilizado em tempo real.Widget de GEOMAPEssa ferramenta é útil para a análise de empresas que possuem atuações pelo mundo. É possível analisar como um país está se relacionando com o canal cadastrado no GA.Widget de tabelaWidgets de tabelas são ideais para monitoramento de visitas e conversões de landing pages, conteúdos, produtos e desempenho de campanhas.Widget de pizzaGráficos em pizza podem ser utilizados para visualizar dados em porcentagem. É ideal para contextos de negócios.Widget de barraEsse widget oferece inúmeras opções de personalização. Ele é uma ótima opção para exibir métricas.São diversas opções de gráficos e meios de expor as informações em um painel para análise de dados, não é mesmo? Lembrando que, para conta cadastrada no Google Analytics, é permitida a criação de até 20 dashboards, e cada um deles pode conter até 12 widgets.Os painéis são ótimas ferramentas para acompanhar o seu site, permitindo a economia de tempo no dia a dia, a indução de ações pelo rápido monitoramento e a geração de mudanças nos negócios de uma organização. Sem dúvida, vale a pena investir tempo para criar e personalizar cada um deles com os dados certos de exibição.Que tal seguir na carreira de marketing digital?Se você se interessa em utilizar o Google Analytics, conhecendo todas as suas funções, com certeza entende que a ferramenta é essencial na área de Marketing Digital. Sendo assim, você deve conferir o curso de Marketing Digital da DH, que conta com aulas dinâmicas e ministradas por grandes especialistas do mercado.Durante as aulas, você aprenderá a criar boas estratégias de marketing, como funciona o Google Analytics para análise de dados, a criação de Google Analytics Dashboard, além de outras ferramentas.Leia mais no blog DH:+ Banco de dados: entenda o que é um banco de dados relacional e não relacional+ Análise de dados quantitativos: o que é e quando ela se aplica em uma pesquisa?+ Javascript front-end: guia de como a linguagem atua no desenvolvimento

Os 6 principais comandos git para um programador iniciante  img
#Tecnologia

Os 6 principais comandos git para um programador iniciante

O git é sem dúvidas o maior sistema de versionamento da atualidade. Utilizado amplamente pela comunidade dev, os comandos git são ferramentas indispensáveis no currículo de qualquer pessoa que pensa em trilhar alguma profissão na área de TI, por isso vamos te contar tudo o que você precisa saber para dar os primeiros passos nessa ferramenta incrível e tão importante.Comandos git x github: é a mesma coisa?Primeiramente vamos ajustar os conceitos: Git é o sistema de versionamento em si, é onde você cria “commits” e pode registrar o histórico de modificações do seu projeto, criar “branches” e, caso algo dê errado, dar “rollback” para uma versão anterior. O github é apenas uma das muitas centrais de repositórios remotos existentes. Outras centrais que você já pode ter ouvido falar são bitbucket ou gitlab, todas elas se encaixam na mesma categoria do github.  Como usar comandos git? Aprenda os básicos!Existe uma máxima hoje em qualquer ambiente que se trabalhe com TI que é: “Em caso de incêndio: 1 - git commit, 2 - git push, 3 - Saia do recinto”. Apesar do ar cômico, esses dois comandos (acompanhados de um terceiro) são os responsáveis por salvar muitos projetos (ou pelo arrependimento de quem esqueceu de usá-los) e eu vou te explicar o que cada um deles faz. Git addEste comando adiciona os arquivos solicitados ao ambiente de stage, é uma forma de dizer para o git que você deseja que as modificações daquele arquivo sejam gravadas na próxima remessa. Um exemplo de utilização é: git add . onde o ponto representa todos os arquivos na pasta.Git commitAgora fazemos a gravação em si das modificações, desta forma criamos um snapshot do estado atual do nosso projeto. Uma forma muito usada é o git commit -m “descrição das atualizações do projeto” onde o -m é uma flag que aponta para a mensagem de descrição.Git pushPor fim precisamos subir essas modificações no nosso repositório remoto, para isso basta utilizar o comando git push e, se já estiver tudo devidamente configurado, os arquivos serão salvos no repositório remoto correspondente ao seu repositório local!Bônus! Mais dicas para iniciantesVamos agora falar de outros comandos que podem ser úteis no dia a dia de quem está começando com o Git:Git statusEste comando permite ver quais arquivos estão sendo “rastreados” pelo git e quais modificações já foram enviadas para o stage. É bem útil para quando se tem dúvidas sobre o que está sendo enviadoGit branchÉ usado para verificar todas as branches presentes no repositório. Ao utilizar a flag -r no final do comando é possível ver todas as branches presentes no repositório remoto e se você quiser criar uma nova branch basta utilizar este comando: git branch <branch_name>.Git checkoutÉ o comando utilizado para trocar de branch passando o nome da branch destino no final do comando. Caso a flag -b seja colocada após o “checkout” é possível criar a branch em questão e já trocar para esta imediatamente.E aí, o que achou desta dose de git? Vale lembrar que esta é uma ferramenta muito versátil e tem muito mais funcionalidades do que poderíamos cobrir aqui, portanto não deixe de buscar mais informações para se especializar neste que é o sistema de versionamento mais utilizado do mundo!Aprenda os comandos git na práticaAprendendo o git, você aumenta sua produtividade, além de ter menor risco de perder um trabalho já feito, possuindo maior controle sobre o processo de desenvolvimento.A Digital House tem um curso de desenvolvimento Web Full Stack completo e atualizado. Aqui, você aprende na prática, com os melhores profissionais do mercado, em aulas 100% ao vivo e interativas, como programar do zero em até seis meses.Leia mais no blog DH:+ Minha primeira linguagem de programação: como escolher? + Primeiros passos no Git: o que eu preciso saber?+ Javascript front-end: guia de como a linguagem atua no desenvolvimento