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Benchmark ou benchmarking: entenda o que são, sua diferença e qual a sua importância para as empresas

Benchmark ou benchmarking: entenda o que são, sua diferença e qual a sua importância para as empresas
#Marketing
25 de janeiro - min de leitura

É comum os gestores questionarem em algum momento qual é o termo correto a ser utilizado: benchmark ou benchmarking. Além da diferença entre as denominações, o significado representa uma estratégia muito valiosa para os negócios que querem se manter competitivos no mercado. Entenda.


No dia a dia das empresas, é comum ocorrer situações em que os líderes precisam implementar novos processos que nunca ouviram falar ou desenvolver um novo produto ou serviço. Para isso, dominar a teoria não é o suficiente. É preciso ir além e buscar as melhores ações de outras organizações no mesmo segmento.

Isso porque ao identificar o que funciona em seu mercado, os gestores também compreendem como as suas próprias empresas estão se saindo em relação às outras e o que podem fazer para alcançar o sucesso.

Quer saber por onde começar e descobrir se é o benchmark ou benchmarking que deve ser implementado em seu contexto? Continue a leitura e entenda tudo sobre os conceitos.

O que é benchmarking e para que serve?

Benchmarking é uma técnica de avaliação comparativa entre diferentes empresas, geralmente da mesma área de atuação. Com base em uma pesquisa criteriosa, a ferramenta proporciona, com profundidade, dados valiosos e estratégicos para embasar as tomadas de decisão dos gestores empresariais aos seus próximos passos.

Geralmente, a necessidade do benchmark ou benchmarking (entenderemos a diferença mais adiante) parte de uma situação de estagnação ou insegurança de um negócio, quando ele não está obtendo resultados satisfatórios de suas ações no mercado. Portanto, caso exista uma organização se destacando no mesmo nicho, nada melhor do que se inspirar nela.

É importante pontuar também que o benchmarking também ocorre com empresas de diferentes áreas. Nestes casos, o objetivo é trazer um novo ponto de vista aos processos organizacionais, como prática de gestão de equipes, recrutamento e seleção, prospecção de clientes, entre outros motivos. Quer saber se você deve usar benchmark ou benchmarking em sua empresa? Veja adiante.


Benchmark ou benchmarking: qual a diferença?

Vamos direto ao ponto. Como comentamos, benchmarking é a técnica de pesquisar outras empresas e identificar os seus pontos positivos para servir de inspiração e adaptação ao próprio negócio. Já benchmark são essas organizações que servem de exemplo, pois possuem um trabalho e atuação muito bons.

Para compreendermos melhor a diferença entre benchmark ou benchmarking, vamos dar um exemplo: imagine duas empresas que atuam no mesmo setor, mas com portes diferentes. A primeira é uma marca local que quer aumentar a sua rede. A segunda possui suas operações em nível nacional, estando presente nos principais centros comerciais do Brasil.

Devido ao ótimo desempenho, a segunda é um alvo constante das pesquisas de concorrência, sendo considerado como benchmark em seu nicho de mercado. Quando o pequeno negócio decide fazer essa análise, o processo utilizado é o benchmarking.

Benchmarking e o marketing de sua empresa

É muito importante saber que o benchmarking é também um ótimo meio de otimizar as estratégias de marketing de um negócio, pois este é um grande ponto para qualquer empresa crescer no mercado. Neste sentido, é preciso estar atento a 3 tópicos:

Benchmarking não é feito uma única vez

A técnica precisa ser um hábito recorrente. Fazê-lo apenas uma vez não trará grandes impactos no negócio e não desenvolverá o processo de otimização e melhoria contínua.

Sempre acompanhe os resultados

Após a realização do benchmarking e a análise dos dados, você, como gestor, pode introduzir diversas mudanças, otimizações de processos e ajustes de rota. No entanto, se esses novos resultados não forem medidos e acompanhados, nunca saberá se as alterações trouxeram impactos positivos para a empresa.

Treine os times a fim de normalizar a técnica em suas estratégias

Com o treinamento do time e a cultura organizacional orientada ao benchmarking, todos os colaboradores ficam mais seguros dos novos processos e os resultados positivos são atingidos de maneira mais rápida. É essencial que todos possam participar das mudanças e sejam sempre ouvidos.

Como comentamos, sabemos que o benchmarking é uma ótima maneira para adequar e otimizar suas estratégias de marketing. No entanto, é preciso complementá-lo com inteligência de mercado, a fim de que a técnica esteja de acordo com a realidade de sua empresa.

Se você possui interesse em aprender mais sobre a técnica na prática, além de outras diversas estratégias, a Digital House possui o curso de Marketing Digital, que capacita seus alunos a dominar as principais ferramentas e fazer a diferença no mercado de trabalho.

Todas as aulas são remotas, dinâmicas, 100% ao vivo e contam com professores especialistas que estão no mercado. Os alunos também podem obter toda a orientação necessária à sua jornada com o Departamento de Carreiras, acessando diversos conteúdos exclusivos. Inscreva-se agora mesmo e dê um novo start na sua jornada profissional!

Por que o benchmarking é essencial para a sua empresa?

Para deixar o questionamento mais claro, separamos os principais benefícios do benchmarking para você. Confira:

Colabora com o alinhamento da equipe

Entender o posicionamento da empresa, seus objetivos e o que pode melhorar com base nos insights de mercado, contribui para que todos do time estejam em sintonia, deixando evidente sobre o que é preciso fazer para alcançar as novas metas.

Melhora a cultura organizacional

Observar as melhores práticas da concorrência deixa a organização mais alerta e buscando uma melhoria contínua de seus processos.

Melhores práticas

É possível que a empresa visualize e entenda quais são as melhores práticas para estar alinhada ao seu nicho de mercado e ao público-alvo.

Redução de erros

Com boas referências, a organização consegue ser mais assertiva em suas estratégias, prevendo tendências e possíveis erros.

Aumenta o valor de marca

Boas práticas e estratégias fazem com que o negócio tenha melhores propósitos e sua imagem se destaque no mercado, tornando-a mais valiosa.

Relacionamento com o cliente

Com o benchmarking dos concorrentes, é possível obter insights para as estratégias de marketing, sobre as necessidades do público-alvo e proporcionar uma melhor experiência do consumidor com os seus próprios produtos e serviços.

Depois de ler este conteúdo, ficou claro que o benchmarking é um assunto muito importante para as empresas, não é mesmo? Para se aprofundar nesta temática, não deixe de conferir nosso artigo sobre o que é cultura digital, a sua importância e características dentro de um negócio.

Leia mais no blog DH:

Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo

O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços

Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira

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#Dados

O que é o BigQuery e quais são os seus principais benefícios para as empresas?

Isso porque ele possui um sistema interativo de indexação, permitindo que as consultas às informações sejam muito mais rápidas e completas. O BigQuery é baseado na nuvem e pode ser integrado a outras ferramentas de Business Intelligence (BI), além de outros aplicativos Google.Acompanhe este artigo para entender o seu funcionamento, além de suas principais aplicações no universo corporativo.O que é BigQuery?Como comentamos, essa é uma solução em formato de estrutura para armazenamento de dados, criada pelo Google, com o objetivo de simplificar a integração e análise de um grande volume de informações (Big Data), tornando, por exemplo, mais assertivo, barato e produtivo o processo de levantamento, que possibilita aos líderes das empresas entender o resultado de seus investimentos.Por ser um produto Google, possui uma ótima estrutura de processamento de dados, garantindo que o sistema de pesquisa SQL faça buscas muito mais rápidas!A interação acontece por meio de um navegador web próprio, uma linha de comando ou através de chamadas para API, utilizando linguagens Java, Python ou .NET. Além disso, as empresas também podem obter e acessar cópias dos seus projetos a partir da plataforma Google Cloud.Qual é a sua importância para as organizações?O BigQuery é uma ferramenta estratégica que faz toda a diferença na gestão de informações das empresas. Os investimentos em soluções de Marketing Digital como o Google Adwords, por exemplo, geram muitos relatórios para o banco de dados, que podem acabar desestabilizando as organizações, por conta do grande volume de coisas a serem armazenadas e manipuladas.Manter tudo isso em ordem para as estratégias de Business Intelligence é essencial e, com o BigQuery atuando dentro do Google Cloud, tudo isso é possível. Para deixar mais claro, separamos mais algumas vantagens em utilizar a solução nas organizações. Veja:Análise em tempo realCom toda a infraestrutura oferecida pelo Google, o processo de coleta de dados possui uma performance excelente. Dessa forma, a empresa pode manter seus resultados atualizados de forma rápida, realizando consultas ou desenvolvendo relatórios em tempo real.AcessibilidadeO BigQuery é acessível tanto para as grandes quanto para pequenas empresas. Você deve estar se perguntando: como a solução cobra dos seus clientes o uso do banco de dados? Tudo parte de dois indicadores.O primeiro é a armazenagem de dados, ou seja, se você utiliza a cota mínima ou máxima de dados que pode armazenar. O segundo é o volume de dados envolvidos em uma consulta. São até 10 GB de dados guardados e até 1TB de consultas efetuadas.Não precisa de servidorO BigQuery dispensa o uso de um servidor. Ele usa toda a estrutura do Google Cloud e, assim, uma empresa não precisa se preocupar em investir recursos para obter uma performance melhor em suas consultas.Além disso, a organização pode, por exemplo, determinar que região os seus dados estarão armazenados na nuvem e onde processará as suas informações.Utiliza o SQL padrãoQuando a Google desenvolveu o BigQuery,  foi muito considerado o tipo de linguagem para interagir com esse banco de dados. É por isso que optou-se pelo padrão SQL, que já é difundido em todos os outros bancos relacionais de mercado.Com isso, caso a empresa decida migrar a aplicação de diferentes conjuntos de dados de um banco tradicional para o BigQuery, o processo é simples e as chances de reescrever códigos são mínimas.Compartilhamento otimizadoAs empresas podem compartilhar o seu banco de dados BigQuery com usuários internos ou externos ao ambiente Google. Além disso, é possível apurar quanto cada um deles pode gastar quando consultar as informações.Machine LearningO BigQuery possui uma linguagem própria chamada BigQuery ML. Ela permite que as empresas criem, testem e implementem modelos de Machine Learning dentro das informações armazenadas no banco de dados.Seja um excelente profissional de Dados!Depois de aprender sobre o BigQuery e quais são suas principais vantagens, você deve ter se interessado sobre como adquirir a ferramenta, usá-la e ver todos esses diferenciais na prática, não é mesmo?Então, inicie a sua carreira na área de Dados ou faça uma transição da melhor forma! A Digital House é a melhor opção para você aprender tudo da forma correta! O curso de Data Science vai proporcionar todos os conhecimentos necessários para lidar com qualquer desafio na jornada profissional, inclusive como utilizar o BigQuery da melhor forma.Nossas aulas remotas são dinâmicas, 100% ao vivo e com os melhores professores, que são especialistas em grandes empresas do mercado. Além disso, todos os alunos podem contar com o Departamento de Carreiras e acessar diversos conteúdos exclusivos sobre suas jornadas.E não é só isso! Todos também podem participar no programa de apoio à recolocação e nas feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day), promovidas gratuitamente pela DH! Confira a grade do curso, inscreva-se agora mesmo e dê um novo start na sua jornada!Caso possua mais interesse sobre a área de Dados, temos outros materiais gratuitos para você aprender, como o e-book sobre como solucionar uma gestão de crise a partir de dados. Nele, explicamos como a cultura data-driven pode mudar a realidade de uma empresa que está passando por dificuldades.

O que é um mood board e como utilizá-lo na área de UX Design? img
#UX

O que é um mood board e como utilizá-lo na área de UX Design?

Proporcionar boas experiências de usuário, comunicar-se com a equipe da melhor forma, alinhar expectativas, evitar frustrações, explicar ideias e planejar estratégias. Essas são algumas das diversas responsabilidades que os profissionais de desenvolvimento de produtos e serviços digitais possuem.Neste contexto, quando há metodologias e técnicas que facilitam todos esses processos, é importante compartilhá-las. E é por isso que hoje falaremos sobre o mood board neste artigo. Continue acompanhando.O que é um mood board?O mood board ou painel semântico, como também é conhecido, é uma estrutura física ou digital formada por elementos visuais, como imagens, vídeos, vetores, ilustrações, entre outros recursos, que traduzem, de alguma maneira, a essência de projetos, produtos, marcas, entre outros exemplos.A técnica é muito utilizada na estruturação de ideias e popular não só no campo do design, mas para qualquer tipo de profissão que envolve criatividade. O Pinterest é um exemplo vivo disso e de como é eficaz, considerando o sucesso que alcançou nos últimos anos e a alta visibilidade de suas páginas.Diferentemente do wireframe e protótipo, o mood board não mostra um produto final já elaborado. Ele dá um tom a um determinado projeto, trazendo emoções, inspirações e tangenciando conceitos abstratos, através de elementos visuais às equipes e clientes.       Exemplo de mood board no PinterestPor que usar a técnica e quais são os seus benefícios?O mood board é uma metodologia fácil, barata e acessível para as empresas. Além disso, se usada corretamente, pode ser aquela mão na roda que você precisava há tempos e nem percebia. Para deixar os benefícios ainda mais claros, separamos três motivos significativos para considerá-lo no início de todos os seus projetos daqui para frente. Veja:Desenvolvimento da comunicaçãoEm qualquer início de projeto, muitas das ideias e objetivos são abstratos, ou seja, não possuem uma estrutura limitada. Isso pode tornar mais complicada a comunicação entre equipes, colaboradores e clientes.Isso porque cada um possui seu ponto de vista, suas referências e expectativas, gerando chances de conflitos desnecessários, que não agregam ao processo criativo.Sendo assim, criar um mood board é uma ótima solução para evitar desgastes e estruturar uma comunicação favorável de ideias. As palavras em si podem não ser suficientes para que as pessoas moldem uma imagem sobre um projeto em suas mentes, mas os elementos visuais, junto à paleta de cores servem como um guia, que auxilia no aprofundamento de detalhes e compreensão das ideias propostas da melhor forma.Uma ótima maneira de desenvolver confiança em clientes é fazer com que se sintam imersos e envolvidos em um projeto. Ao criar um mood board colaborativo, os profissionais podem entender seus gostos e preferências de uma forma mais assertiva, além de alinhar melhor quais são suas expectativas.Buscar inspiraçãoÉ normal que os profissionais que trabalham com a criatividade nem sempre tenham uma inspiração formada para seguir com o seu trabalho. Isso porque, todos os dias, há sempre muitas demandas a serem cumpridas, com prazos e metas estruturadas.No entanto, esses processos podem ser facilitados se houver um lugar, alinhado com os objetivos e expectativas do projeto, para recorrer em busca de novas inspirações e insights. E é aí que o mood board entra em jogo!São elementos visuais, como fotos, textos, ilustrações, interfaces, paleta de cores, entre outros, que ajudam os profissionais de criação a encontrar o tom, o humor e a emoção necessária para o resultado final.Contribuir para trabalho em equipeO mood board é uma alternativa muito interessante para times de criação, haja vista que os painéis permitem que todos estejam alinhados e comprometidos com as mesmas referências, mantendo o trabalho coletivo em ordem.Além disso, todos os membros de uma determinada equipe podem colaborar com suas ideias, adicionando diferentes pontos de vista ao projeto de maneira simplificada e assertiva, pois os demais já possuem uma linha de raciocínio predefinida e alinhada para entender se as alterações ou complementos são válidos.Como ele pode ser aplicado na área de UX Design?Em qualquer projeto de UX Design sempre há um momento para definição do estilo de um produto digital, com o objetivo de proporcionar a melhor experiência de interação para o usuário final.Neste contexto, a escolha da paleta de cores, a fonte dos textos e o estilo de interface são essenciais para um bom desenvolvimento. E é aí que o mood board entra para ajudar na definição de aspectos que transformam essas ideias em algo único! Os painéis com os elementos visuais são uma ótima alternativa para aumentar a produtividade e fortalecer o engajamento na colaboração de um time.Você possui interesse em vivenciar o desenvolvimento de projetos para solução de problemas, utilizando UX Design no dia a dia profissional? O curso de Experiência do Usuário (UX) da Digital House é a melhor escolha para proporcionar a você todo o conhecimento necessário de diferentes ferramentas e técnicas na prática, resolvendo problemas reais de grandes empresas do mercado.As aulas são online, 100% ao vivo e ministradas por professores que estão no mercado. Inscreva-se agora mesmo e garanta o seu sucesso profissional!

Mulheres brasileiras que fizeram história na área da tecnologia img
#Tecnologia

Mulheres brasileiras que fizeram história na área da tecnologia

Considerando que, mesmo sendo o gênero que mais possui graduação no ensino superior, segundo informações do Fórum Econômico Mundial, as mulheres ainda encontram muitas dificuldades no mercado de trabalho. E no setor de tecnologia não é diferente. A igualdade de gêneros na área ainda é uma realidade um pouco distante.Por isso, o mês de março serve para, além de relembrarmos a luta pela igualdade, as conquistas e os direitos, reconhecer aquelas que fazem a diferença e história no setor, mesmo em meio a tantas adversidades.Ainda temos muito a evoluir quando o assunto é mulheres na tecnologia, pois, além da desigualdade, há a diferença salarial e a falta de representatividade delas nas empresas. Apenas 25% dos profissionais de TI são mulheres, de acordo com o Fórum, e esse é um dos motivos que as fazem desistir de seguir carreira em STEM (Science, Technology, Engineering and Mathematics).Mas, felizmente, o protagonismo feminino vem ganhando espaço e a evolução das mulheres na tecnologia tem avançado. Quer conhecer mulheres inspiradoras e que fizeram história na área da tecnologia? Então acompanhe este artigo. Boa leitura!Panorama de mercado das mulheres em techO público feminino, apesar de ser usuário de aplicativos, redes sociais e dispositivos digitais, não atua massivamente na produção da tecnologia. A participação menor das mulheres no setor é atribuída simplesmente ao estereótipo de que TI seria uma área pela qual os homens se interessam mais. Outro fator é a disparidade de gênero na participação e no desempenho da educação em STEM.E, mesmo com os avanços rumo à igualdade nas empresas, o número de mulheres nas áreas de tecnologia continua baixo. Segundo a pesquisa “Women in Technology” da PageGroup, no Brasil, apenas 25% da força de trabalho nas companhias de tecnologia são de mulheres.Esse baixo número se deve ao histórico social e cultural, principalmente em um país que impede as mulheres, desde crianças, de acreditar que podem atuar na área de tecnologia, criando uma percepção de que computador é apenas para meninos. Esse fato se deve à segmentação de gênero em relação às carreiras, ainda na fase inicial da escola, quando as meninas são desencorajadas a cursar disciplinas em exatas e ciências. E pouco, ou quase nada, é feito para engajar e despertar tal interesse.Esse estereótipo de que TI seria para homens, acaba afastando ainda mais as mulheres, criando um ambiente hostil para o gênero feminino, desde a formação até o ingresso no mercado de trabalho, seja em situações de assédio ou até mesmo pela desconfiança na capacidade dessas profissionais de realizar um bom trabalho.Além disso, a falta de inspiração é um fator determinante para que elas não estejam escolhendo um caminho na área de TI. Tanto que, ainda de acordo com a pesquisa da PageGroup, 47% afirmam faltar modelos a seguir para as mulheres no Brasil.E, no Dia Internacional da Mulher - mas não somente nesta data -, a representação feminina em determinados setores se torna um debate necessário e a discussão sobre a participação delas em cargos de tecnologia deve estar mais evidente do que nunca. Quem são as mulheres inspiradoras?Aos poucos, esse cenário vem se modificando, ainda que gradualmente, graças a iniciativas de combate ao machismo e redução da desigualdade de gênero no setor, cada vez mais frequentes, desenvolvidas por empresas e governos. Ciência e gênero estão no centro dos debates, embasados por pesquisas e publicações que abordam a desigualdade na área de TI e fazem com que o setor reflita sobre o tema, promovendo maior conscientização.Mesmo ainda sendo uma porcentagem baixa, a presença das mulheres em cargos de liderança em empresas globais também colabora com esse avanço, trazendo representatividade a elas e incentivando-as a seguir carreira e entrar nesse espaço.E, diferentemente do senso comum, a evolução do mercado tecnológico está repleta de exemplos de mulheres que tiveram contribuições fundamentais. O primeiro algoritmo da história, por exemplo, foi idealizado por uma mulher: Augusta Ada Byron King, matemática e escritora inglesa conhecida atualmente como Ada Lovelace, a primeira programadora do mundo.Além de Ada, Grace Hopper, primeira mulher formada na universidade de Yale com PhD em matemática, foi uma das criadoras da Linguagem Comum Orientada para Negócios (COBOL) e cunhou o termo “bug” para indicar problemas em software. Hedy Lamarr, nome artístico de Hedwig Eva Maria Kiesler, atriz e inventora, fez uma importante contribuição tecnológica durante a Segunda Guerra Mundial, uma co-invenção, com o compositor George Antheil: um sistema de comunicações para as Forças Armadas dos Estados Unidos, que serviu de base para a atual telefonia celular.Carol Shaw, engenheira de software para microprocessadores e pioneira na indústria dos games, foi a primeira mulher desenvolvedora de jogos eletrônicos no mundo, criando o sistema de geração procedural de conteúdo. Radia Perlman, designer de software e engenheira de redes, foi a responsável pela criação do protocolo STP (Spanning Tree Protocol), além de ter sido uma das criadoras do TORTIS, linguagem de programação com fins educacionais e voltada à robótica. E no Brasil também há muitas mulheres de destaque, que fizeram história na área da tecnologia. Algumas delas são:Cláudia Maria Bauzer MedeirosEngenheira eletrotécnica, doutora em Ciência da Computação, pesquisadora, comendadora da Ordem Nacional do Mérito Científico e membro titular da Academia Brasileira de Ciências. Cláudia foi presidente da Sociedade Brasileira de Computação de 2004 a 2007. Atualmente, é professora da Unicamp, onde fundou o Laboratory of Information Systems (LIS), e professora visitante da Universidade Paris-Dauphine, onde, em 2015, conquistou o título de Dra. Honoris Causa. Tem diversos reconhecimentos internacionais por suas pesquisas e por fomentar a participação de mulheres na área de TI.Dilma Menezes da SilvaCientista brasileira com Ph.D em Ciência da Computação pelo Instituto de Tecnologia da Geórgia, em Atlanta. A pesquisadora de software de sistemas, radicada nos Estados Unidos, é conhecida por seu trabalho sobre computação em nuvem. Possui destaque no comando do grupo de pesquisa avançada de Sistemas Operacionais da IBM, em Nova Iorque. Em 2011, foi uma das agraciadas com o prêmio ACM Distinguished Scientist.Juliana Freitag BorinPh.D em Ciência da Computação, escritora da revista SBC Horizontes e professora da UNICAMP, seus interesses de pesquisa envolvem tópicos em Internet das Coisas (IoT), cidades inteligentes e redes de computadores. Juliana também coordena o projeto Android Smart Girls, iniciativa que estimula a formação de mulheres para as carreiras de ciências exatas, engenharias e computação. Clarisse Sieckenius de SouzaMestre e doutora em linguística, cientista da computação, escritora e professora titular no Departamento de Informática da PUC-Rio, onde pesquisa a área de interação humano-computador (HCI). Clarisse desenvolveu a teoria da engenharia semiótica, fundando a SERG (Semiotic Engineering Research Group). Ela foi escolhida, em 2014, uma das 54 mulheres de todos os tempos que se destacam pela atuação em pesquisa na área de Ciência da Computação.Paula BelliziaNascida na Angola, Paula veio para o Brasil quando tinha apenas 3 anos de idade, fugindo da guerra civil de seu país. Cursou tecnologia da informação na Faculdade de Tecnologia (Fatec) e, atualmente, é executiva com décadas de experiência em tech giants como Microsoft, Google, Apple e Facebook. Com uma trajetória marcada pela liderança transformadora, dando prioridade a diversidade e inclusão, Paula gera impacto nas pessoas e na sociedade.Cristina JunqueiraEngenheira de produção, formada na USP, e empresária, Cristina atua no mercado financeiro, sendo uma das fundadoras da fintech Nubank e atual CEO. Em 2021, entrou para a lista de bilionárias da revista Forbes, se tornando a segunda mulher mais rica do país, atrás apenas de Luiza Trajano, dona da varejista Magazine Luiza.Ana FontesA publicitária Ana Lúcia Pedro Fontes se tornou referência no cenário do empreendedorismo feminino no país. É fundadora da Rede Mulher Empreendedora, primeira rede de apoio às mulheres empreendedoras no Brasil, e dona do espaço de coworking Natheia, além de ser reconhecida internacionalmente pela sua plataforma de apoio ao empreendedorismo feminino.Digital House incentiva a formação e apoia as mulheres na tecnologia com cursos de capacitaçãoA discussão sobre a participação das mulheres na tecnologia está mais vigente do que nunca e, para enfrentar a predominância masculina neste setor e alcançar a equidade de oportunidades, é preciso oportunizar situações que coloquem as mulheres em pé de igualdade. Para isso, é preciso que todos tenham a responsabilidade de combater este estereótipo e promover a TI como uma indústria dinâmica, interessante e receptiva, estimulando ambientes de trabalho mais diversos. Isso inclui valorizar as mulheres, promover atividades que garantam que todas tenham contato com o mundo da tecnologia desde cedo e incentivar a formação delas nesse setor.Sendo assim, a Digital House incentiva mais mulheres a seguir carreira na área, oferecendo formação que oportuniza o desenvolvimento e crescimento profissional, além de todo o suporte necessário para o aprendizado.Conheça nossos diversos cursos de habilidades digitais, com aulas online, ao vivo e ministradas por professores e professoras especialistas em grandes empresas do mercado. Além disso, temos o Departamento de Carreiras, onde as alunas podem acessar e conferir diferentes conteúdos exclusivos sobre suas jornadas.Seja a inspiração para outras mulheres, dê o primeiro passo e contribua para a desconstrução da naturalização do que é entendido como masculino ou feminino, normalizando a presença e crescimento das mulheres na tecnologia.